Flávio Bolsonaro critica Lula em TV francesa e chama Macron de “incompetente”

Senador disse que o Brasil não vive uma “democracia plena” e atacou o presidente francês ao comentar cenário político e cobranças internacionais sobre a Amazônia.

10/02/2026 às 09:17 por Redação Plox

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), durante uma entrevista exibida na noite desta segunda-feira (9) por uma emissora francesa. No mesmo programa, o parlamentar também atacou o presidente da França, Emmanuel Macron, e afirmou que o país europeu não suportaria “um mandato a mais” sob um governo “tão incompetente”.

A participação ao vivo repercutiu nas redes e em veículos brasileiros por envolver críticas simultâneas ao governo federal, ao STF e ao chefe de Estado francês, em um contexto de agenda internacional do senador.

Flávio Bolsonaro na TV francesa

Flávio Bolsonaro na TV francesa

Foto: Reprodução


O que foi dito na entrevista

Durante a conversa, Flávio Bolsonaro afirmou que o Brasil não viveria uma “democracia plena” e associou decisões judiciais recentes a um ambiente que ele classificou como de perseguição política. O senador citou Alexandre de Moraes ao comentar investigações e medidas judiciais envolvendo aliados e figuras da direita.

Críticas a Macron e a fala que viralizou

Ao tratar da França, o senador elevou o tom contra Macron e fez a declaração que virou o principal recorte do programa: disse que a França não aguentaria “um mandato a mais” com um governo “tão incompetente”. Ele também mencionou a pauta ambiental e voltou a criticar cobranças internacionais relacionadas à Amazônia.

Por que o episódio ganhou repercussão

O caso chamou atenção por ocorrer em uma TV estrangeira e por envolver críticas diretas ao presidente francês, o que costuma gerar desdobramentos políticos. Até o momento, não havia posicionamento oficial divulgado por autoridades brasileiras ou francesas sobre as declarações.

O que observar a partir de agora

Nos próximos dias, a tendência é que o episódio alimente reações no Congresso e nas redes, além de possíveis manifestações de integrantes do governo e da oposição. O impacto prático deve depender do tamanho da repercussão na França e de eventuais respostas públicas.

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