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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta segunda-feira (9) que não faltará financiamento para pesquisas em saúde durante seu governo, ao participar de um evento no Instituto Butantan, em São Paulo.
Presidente Lula durante visita ao Centro de Produção do Instituto Butantan
Foto: Ricardo Stuckert / PR
Ao defender o multilateralismo, Lula abordou a cooperação com a China para a produção de vacinas no Brasil e negou que essa aproximação signifique escolher o país asiático em detrimento dos Estados Unidos.
– Nós estamos escolhendo aquilo que é melhor para o nosso país. E se a China aceita fazer uma parceria conosco na produção de vacina e vai produzir a quantidade que, ainda, a gente não tem condição de produzir, por que não fazer um convênio com a China? – disse Lula.
O evento marcou o início da vacinação contra a dengue para profissionais de saúde da atenção primária de todo o país. O imunizante, 100% nacional, foi desenvolvido pelo Instituto Butantan após mais de 15 anos de pesquisa financiada pelos governos paulista e federal.
Lula reforçou o compromisso com o financiamento da ciência e destacou que a pesquisa terá apoio contínuo em instituições como o Butantan e outros centros científicos do país.
A previsão é imunizar cerca de 1,2 milhão de trabalhadores que atuam na linha de frente do Sistema Único de Saúde (SUS) contra a dengue. A expansão da vacinação para outros públicos, entre 15 e 59 anos, começando pelos mais velhos, está programada para o segundo semestre deste ano, à medida que o Butantan amplie sua capacidade de produção.
O Ministério da Saúde vem adquirindo todo o quantitativo disponível da vacina. A expectativa é que, com uma parceria estratégica entre Brasil e China, e com a transferência de tecnologia para a WuXi Vaccines, a produção do imunizante possa ser ampliada em até 30 vezes, fortalecendo a oferta nacional.
Lula também abordou as fake news que buscam desacreditar a importância das vacinas e defendeu o engajamento de diferentes setores da sociedade para incentivar a imunização. Segundo ele, é preciso convencer a população a voltar a se vacinar, “como era antigamente”.