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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o Exército se manifeste sobre o pedido de visita íntima feito pelo general Mário Fernandes, que cumpre pena nas instalações do Comando Militar do Planalto (CMP), em Brasília.
General Mário Fernandes está preso no Comando Militar
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O militar foi condenado a 26 anos e 6 meses de prisão em uma ação penal julgada durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele está preso no CMP desde então.
Na decisão, Moraes solicitou que o Comando Militar do Planalto informe se o general cumpre as exigências para ter acesso à visita íntima. O posicionamento do Exército servirá de base para a análise jurídica do caso.
Oficie-se ao Comando Militar do Planalto/DF, para que informe sobre o preenchimento, ou não, dos requisitos para visita íntima pretendida por Mário Fernandes – decidiu.
Alexandre de Moraes
Após a resposta do comando militar, a Procuradoria-Geral da República (PGR) terá prazo de cinco dias para se manifestar sobre o pedido.
O general Mário Fernandes foi acusado de arquitetar um plano para matar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o próprio ministro Alexandre de Moraes. Ele cumpre prisão preventiva desde novembro de 2024, e a condenação foi proferida em dezembro do ano passado.
A decisão que o condenou ainda não é definitiva, e cabe recurso contra a sentença.