Temporada de gripe começa mais cedo e casos graves por influenza quase dobram no Brasil em 2026
Levantamento aponta alta entre janeiro e meados de março; mais de 800 mortes por vírus respiratórios já foram registradas, e Contagem decretou emergência
O ex-governador Romeu Zema (Novo) marcou para a próxima quinta-feira (16/4) o lançamento das diretrizes iniciais de seu plano de governo como pré-candidato à Presidência da República. O evento está previsto para ocorrer no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo.
Guiado por discursos antipetistas e de críticas ao STF, Zema afirma que, caso vença a disputa e chegue ao Palácio do Planalto, suas prioridades serão o “combate à corrupção e o enfrentamento de privilégios no setor público”.
O governador Romeu Zema integrou ofensiva que pede o impeachment do ministro Alexandre de Moraes
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O Brasil de 2026 está como Minas de 2018. A fórmula do PT está arruinando o país e potencializando três crises que minam a prosperidade. A crise moral aparece nos escândalos de corrupção de uma elite que vive acima da lei e nunca paga pelo que faz. A crise econômica está no dia a dia dos brasileiros que não conseguem fechar a conta no fim do mês
Romeu Zema
A segurança pública também aparece entre os temas destacados pelo ex-governador. Para Zema, “a crise de segurança é o reflexo de um governo que perdeu a autoridade num ambiente em que o crime manda”.
Segundo especialistas, a pauta tende a ganhar espaço nos discursos de outros pré-candidatos ao governo federal. Conforme mostrou O TEMPO, partidos já estruturavam propostas de campanha envolvendo o combate à violência desde fevereiro.
O plano, elaborado em parceria com o Instituto Libertas, também tem como objetivo encerrar o que Zema chama de “farra dos intocáveis”, em referência aos ministros do Supremo Tribunal Federal.
O texto lembra que não é a primeira vez que o pré-candidato direciona ataques à instituição. Em entrevista ao Café com Política, exibido na sexta-feira (13/3) no canal de O TEMPO no YouTube, Zema acusou ministros de “enriquecer e fazer negócios” durante os cargos na Corte. Já em agendas no Sul do país, ele adotou o papel de “caçador de intocáveis” e intensificou as críticas a ministros, chegando a dizer que Alexandre de Moraes e Dias Toffoli deveriam ser presos, e não apenas retirados do cargo.
Na última pesquisa de intenções de voto DATATEMPO, Zema aparece em terceiro lugar, atrás de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) na corrida pelo Executivo federal.