STF: 2ª Turma decide hoje sobre possível liberação da prisão preventiva de Daniel Vorcaro
Em sessão virtual iniciada em 13/03/2026, colegiado avalia se referenda ou revisa decisão individual do ministro André Mendonça no caso ligado ao Banco Master
Em um acontecimento dramático, Alana, um bebê de apenas quatro meses de vida, foi vítima de um ato horrendo e não resistiu. A pequena foi jogada da janela da residência onde vivia na capital de São Paulo, uma queda que totalizou aproximadamente 9 metros de altura. A responsável pelo ato foi a própria mãe da criança, Dayany Teixeira.

Mãe com Histórico de Gravidez nas Redes Sociais
Dayany Teixeira, a mãe de Alana, não era uma mãe de primeira viagem. Ela tinha outro filho, fruto de um relacionamento anterior. Durante a gestação de Alana, Teixeira fez questão de compartilhar momentos dessa etapa em suas redes sociais, pintando uma imagem de contentamento e antecipação pela chegada da pequena.
Dia do Crime: Choro do Bebê Resulta em Reação Extrema
No fatídico dia, Alana chorava incessantemente, segundo relatos. Essa situação parece ter irritado Teixeira a ponto de levar a uma reação extrema: lançar a filha recém-nascida da janela de sua casa. A polícia foi acionada e chegou rapidamente ao local. A bebê foi imediatamente socorrida, porém os graves ferimentos decorrentes da queda se mostraram fatais, culminando em sua morte.
Alegação de Depressão Pós-Parto e Desacordo Familiar
Após o incidente, Dayany Teixeira foi detida e presa em flagrante. Durante sua detenção, Teixeira alegou que estava sofrendo de depressão pós-parto. Entretanto, membros da família paterna de Alana contestam essa versão. Segundo eles, Teixeira mantinha uma rotina de sair de casa para se divertir. Se essa alegação de depressão pós-parto for confirmada por laudos psicológicos, a mãe de Alana pode vir a ser absolvida.