STF: 2ª Turma decide hoje sobre possível liberação da prisão preventiva de Daniel Vorcaro
Em sessão virtual iniciada em 13/03/2026, colegiado avalia se referenda ou revisa decisão individual do ministro André Mendonça no caso ligado ao Banco Master
A deputada federal Caroline de Toni (PL-SC) utilizou suas redes sociais nesta segunda-feira (9) para criticar o filme "A Fúria", exibido na última sexta-feira (6) durante o 57º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. A parlamentar afirmou que a produção representa um exemplo de “ódio do bem” e cobrou posicionamento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o tema.
De Toni destacou que, em outras ocasiões, o Judiciário atuou para barrar obras audiovisuais, citando como exemplo o documentário produzido pela Brasil Paralelo. Para a deputada, o longa dirigido pelo cineasta Ruy Guerra, que apresenta um presidente brasileiro com características semelhantes a Jair Bolsonaro, promove discurso de ódio e deveria ter sido alvo de censura judicial.
“A liberdade de expressão só vale quando envolve o lado deles. Onde está o STF para acusar os envolvidos pela incitação ao ódio, violência e terrorismo? Se fosse um filme que envolvesse o atual presidente ou algum agente do Judiciário, já teria sido barrado”, escreveu a deputada em seu perfil no Instagram.

A exibição de "A Fúria" gerou ampla repercussão desde sua estreia. Apesar de o diretor Ruy Guerra afirmar que o longa não se trata de Bolsonaro, mas de uma crítica ao fascismo, a aparência e o perfil do protagonista foram interpretados por muitos como uma referência ao ex-presidente. Isso resultou em fortes reações de apoiadores de Bolsonaro, que acusaram a obra de incitar violência.