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O dólar iniciou a sessão desta quarta-feira (11) atento ao cenário interno e externo, enquanto o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começa a ser negociado às 10h.
Dólar, moeda norte-americana
Foto: FreePik
No Brasil, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, participa nesta quarta-feira de um evento do BTG Pactual. Na segunda-feira, em compromisso na ABBC, ele afirmou que os sinais de corte de juros a partir de março não devem ser vistos como uma “volta da vitória” no combate à inflação.
Na véspera, o destaque ficou com a divulgação do IPCA de janeiro, que avançou 0,33% no mês e 4,44% em 12 meses, resultado ligeiramente acima das projeções do mercado. Os números reforçaram a leitura de maior cautela do Banco Central, o que pressionou o Ibovespa ao longo do pregão.
Nos Estados Unidos, a agenda é marcada pela divulgação do payroll, adiado para esta quarta-feira após a paralisação parcial do governo. A expectativa é de criação de 70 mil vagas em janeiro, dado considerado fundamental para medir a força do mercado de trabalho americano.
Entre outros indicadores, investidores acompanham também a taxa de desemprego do mês, para a qual se projeta alta para 4,4%. Esses resultados chegam em um momento de atenção redobrada às condições econômicas e podem influenciar os próximos passos da política monetária norte-americana.
Dólar
Acumulado da semana: +1,50%
Acumulado do mês: 2,38%
Acumulado do ano: 15,24%
Ibovespa
Acumulado da semana: +1,63%
Acumulado do mês: +2,52%
Acumulado do ano: +15,39%
Em Wall Street, os três principais índices terminaram o pregão anterior sem direção única, em meio à repercussão de declarações de representantes do governo Trump e à divulgação de dados econômicos.
O Dow Jones subiu 0,10% e engatou seu terceiro recorde consecutivo. Já o S&P 500 e o Nasdaq recuaram 0,36% e 0,59%, respectivamente, após números que apontaram desaceleração nas vendas do varejo, enquanto o mercado aguarda o relatório mensal de empregos dos EUA.
Na Europa, o índice pan-europeu STOXX 600 fechou praticamente estável na terça-feira, em dia de avaliação de resultados corporativos. O índice recuou 0,07%, aos 620,97 pontos.
Os principais índices da região encerraram a sessão de forma mista. O FTSE 100, de Londres, avançou 0,31%, aos 10.353,84 pontos. O DAX, de Frankfurt, caiu 0,11%, aos 24.987,85 pontos, enquanto o Ibex-35, de Madri, recuou 0,40%, aos 18.122,10 pontos.
Na Ásia, as bolsas da China fecharam em leve alta, com o avanço das ações de empresas de comunicação e mídia compensando as perdas do setor imobiliário.
O movimento positivo foi impulsionado pelo entusiasmo com uma nova tecnologia de inteligência artificial da ByteDance, dona do TikTok, que animou investidores dos segmentos de mídia e entretenimento. Em sentido oposto, companhias ligadas ao mercado imobiliário recuaram, refletindo dificuldades ainda presentes no setor.
O volume de negócios foi limitado, com muitos investidores evitando operar às vésperas do feriado do Ano Novo Lunar, um dos mais importantes da China, que se estende por cerca de uma semana.
Em outros mercados asiáticos, a maior parte das bolsas registrou alta. Japão e Taiwan tiveram desempenho robusto, com o Nikkei avançando 2,3% e o Taiex subindo 2,06%. Em Hong Kong, o Hang Seng ganhou 0,58%.
Na Coreia do Sul, o Kospi fechou próximo da estabilidade, com valorização de 0,07%. Já Singapura e Austrália encerraram em leve queda: o Straits Times recuou 0,07% e o S&P/ASX 200 caiu 0,03%.
Além disso, notícias sobre uma possível melhora nas relações entre Estados Unidos e China ajudaram a reduzir a tensão nos mercados internacionais.