Homem armado invade escola no sul da Tailândia e faz professores e alunos reféns

Caso ocorreu em Hat Yai, na província de Songkhla; duas pessoas ficaram feridas e suspeito de 18 anos foi detido após ação policial

11/02/2026 às 11:08 por Redação Plox

Um homem armado invadiu uma escola no sul da Tailândia e fez professores e alunos reféns nesta quarta-feira (11), gerando horas de tensão na província de Songkhla.


Exército da Tailândia postou foto do atirador que fez reféns em escola já imobilizado

Exército da Tailândia postou foto do atirador que fez reféns em escola já imobilizado

Foto: Facebook / Reprodução

De acordo com a agência de notícias Reuters, duas pessoas ficaram feridas durante o incidente, e o atirador acabou detido após a ação policial. A informação foi confirmada por Wichian Soboon, vice-superintendente da província onde ocorreu o ataque.

Invasão à escola e ação da polícia

O episódio aconteceu em uma escola localizada no distrito de Hat Yai. Segundo comunicados oficiais, o suspeito entrou no local armado e em visível estado de agitação, mantendo alunos e professores sob ameaça enquanto o entorno da área era isolado.

A polícia atirou no suspeito do ataque em Hat Yai. O suspeito entrou na Escola Phatong Prathan Khiriwat em estado de agitação e portando uma arma Departamento Central de Investigação da Tailândia e governo da província

Imagens divulgadas pelo Exército da Tailândia nas redes sociais mostraram o atirador já imobilizado. As fotos circularam amplamente enquanto as forças de segurança atuavam para encerrar a situação.

Feridos e perfil do suspeito

Nas redes sociais, autoridades de Songkhla informaram, ainda durante o sequestro, que o atirador tem 18 anos. As autoridades pediram à população que se mantivesse afastada da área e reforçaram o bloqueio no entorno da escola no distrito de Hat Yai.

Segundo a imprensa tailandesa, o suspeito seria um estudante do ensino médio. As duas pessoas baleadas seriam o diretor da escola e uma estudante de 15 anos, que foram levados para o hospital após o ataque.

Relatos apontam que o jovem entrou na escola no início da tarde pedindo para falar com um professor, que não o atendeu. A partir daí, a situação teria escalado até a tomada de reféns.

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