Oscar Schmidt morre aos 68 anos em São Paulo
Ídolo do basquete brasileiro passou mal, foi internado às pressas e teve a morte confirmada nesta sexta-feira (17/4); causa não foi divulgada
Durante um encontro com empresários realizado nesta quarta-feira (11/6) em Brasília, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), expressou preocupação com o novo pacote fiscal formulado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad. A proposta em discussão prevê a taxação de aplicações financeiras que até então eram isentas, como forma de equilibrar a arrecadação frente à possível não elevação do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).
Foto: Câmara dos Deputados “Apresentar ao setor produtivo qualquer solução que venha trazer aumento de impostos sem o governo apresentar o mínimo de dever de casa do ponto de vista do corte de gastos não será bem aceito pelo setor produtivo nem pelo Congresso”
De maneira enfática, Motta reiterou sua posição de independência em relação ao governo federal e descartou que seu papel na presidência da Câmara esteja vinculado a interesses eleitorais. "Não estou à frente da Presidência da Câmara para servir o projeto eleitoral de ninguém", completou, sinalizando resistência à estratégia do Executivo de tentar recompor receitas sem enfrentar a estrutura de despesas.
O pacote de medidas em negociação por Haddad surge como resposta à necessidade de revisar a calibragem do IOF, uma demanda que tem mobilizado discussões no núcleo político do governo. Entre os pontos debatidos está a inclusão do Juros sobre Capital Próprio (JCP) como forma de reequilibrar as contas públicas, o que já gerou reações tanto da oposição quanto de aliados do Planalto.
A movimentação do governo e a resposta do Legislativo indicam que as negociações em torno da proposta fiscal ainda enfrentarão forte resistência nos próximos dias.