Caso Epstein: Luciana Gimenez esclarece citação em investigação e dispara: “Sinto ódio e nojo desse homem”
Apresentadora afirma que registros do Deutsche Bank incluíam transações de vários clientes e que, no seu caso, foi uma transferência entre suas próprias contas.
12/02/2026 às 10:01por Redação Plox
12/02/2026 às 10:01
— por Redação Plox
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A apresentadora brasileira Luciana Gimenez voltou a negar qualquer tipo de envolvimento com o bilionário norte-americano Jeffrey Epstein, acusado de comandar uma rede de tráfico sexual nos Estados Unidos.
Caso Epstein: Luciana Gimenez esclarece citação em investigação e dispara: “Sinto ódio e nojo desse homem”
Foto: Reprodução
Em um vídeo publicado na quarta-feira (11), ela afirmou que seu nome apareceu em documentos do caso porque a Justiça americana solicitou a um banco em Nova York que divulgasse movimentações financeiras de um período específico. Como era correntista dessa instituição, o nome dela surgiu ao lado de outras pessoas que, segundo Luciana, são inocentes.
Epstein morreu em 2019, após passar um mês preso pelos crimes dos quais era acusado. De acordo com as autoridades, ele cometeu suicídio.
Eu tenho repúdio, ódio, nojo desse cidadão que se chama Jeffrey Epstein. É um cara repugnante. Um cara que estuprava mulheres, um cara que mantinha pessoas em cárcere privado e outras coisas que a gente nem sabe, uma coisa horrorosa. E eu acordo e meu nome está envolvido com este cidadão de quinta categoria, esse lixo da humanidade
Luciana Gimenez
Nome em documentos bancários do caso Epstein
Na segunda-feira (9), Luciana já havia divulgado uma nota em suas páginas na internet se posicionando sobre o assunto e negando conhecer o bilionário, afirmando que “jamais teve qualquer tipo de contato pessoal, profissional ou financeiro com ele”.
No vídeo de mais de dez minutos divulgado na quarta-feira, a apresentadora explicou que, embora suas movimentações financeiras no Deutsche Bank Trust Company Americas tenham sido tornadas públicas, isso não significa que ela tenha feito transferências para Epstein ou recebido valores ligados a ele. Segundo Luciana, no caso específico de seu nome, tratou-se de uma transação dela para ela mesma.
Ela relatou ter recebido uma comunicação oficial do banco esclarecendo a natureza dessas operações internas.
Luciana Gimenez diz em vídeo que não conhecia Jeffrey Epstein, mas que ele era “repugnante” por ter estuprado mulheres.
Transações internas e documentos tornados públicos
De acordo com a apresentadora, o Deutsche Bank reuniu todos os documentos referentes aos dias requisitados pela Justiça americana e enviou o material às autoridades, que depois o tornaram público.
Ela destacou que esses registros se referem a todas as movimentações de clientes que tinham conta nesse banco, em determinada data de 2019, em Nova York, não apenas a pessoas suspeitas de relação com Epstein. Na avaliação de Luciana, os extratos divulgados incluem contas de diferentes perfis de correntistas, com transações aleatórias realizadas naquele período.
Em outro trecho do vídeo, Luciana reforçou que o banco esclareceu se tratar de movimentações internas entre a conta de investimentos e sua conta pessoal, todas em seu próprio nome, sem ligação com terceiros.
Impacto na família e críticas à repercussão
Luciana também relatou o abalo emocional do filho, que mora nos Estados Unidos, ao ver o nome da mãe associado ao caso.
Segundo a apresentadora, o menino foi dormir chorando, com medo de sofrer bullying na escola após a circulação dos documentos que vinculavam o nome dela ao processo.
Ela ainda criticou a forma como parte da imprensa tratou o episódio, mencionando que precisou ler “coisas horrorosas” sobre si mesma e comentários de que teria recebido 12 milhões de dólares por uma razão que diz desconhecer. Para Luciana, houve ataques movidos por ódio e ressentimento, sem responsabilidade na apuração do que de fato ocorreu.
Em comunicado, a assessoria da apresentadora informou que ela permanece à disposição das autoridades para prestar todos os esclarecimentos necessários e pediu “cautela, seriedade e responsabilidade” na divulgação de informações, com o objetivo de evitar interpretações equivocadas.