Meses após resgate, bombeiros reencontram jovem salvo de ônibus que caiu em barranco em Ipatinga

Sargentos do 11º Batalhão entraram no veículo antes da estabilização completa para liberar as vias aéreas e retirar a vítima com segurança

12/02/2026 às 06:59 por Redação Plox

No dia 25 de março de 2025, a Avenida Usiminas, em Ipatinga, foi cenário de uma ocorrência que colocou à prova a capacidade técnica e a coragem dos militares do 11º Batalhão. Um ônibus de transporte coletivo perdeu o controle, desceu um barranco de aproximadamente 7 metros e parou em uma posição de extrema instabilidade, com risco concreto de nova queda e agravamento da situação.

Cada movimento passou a ser calculado para evitar qualquer vibração capaz de desestabilizar ainda mais a estrutura, que permanecia em situação frágil no barranco.

Cada movimento passou a ser calculado para evitar qualquer vibração capaz de desestabilizar ainda mais a estrutura, que permanecia em situação frágil no barranco.

Foto: Divulgação/Bombeiros


No interior do veículo estava Eduardo Henrique, de 21 anos, inconsciente e em estado grave. Diante da combinação de quadro clínico delicado e da precariedade da posição do ônibus, os sargentos Ricardo Loiola e Jackson tomaram uma decisão crítica, guiada pelo compromisso de preservar a vida.

Resgate sob risco em veículo instável

Antes mesmo da conclusão da estabilização total do coletivo, os militares optaram por acessar o interior do ônibus em uma ação voluntária e plenamente cientes dos riscos envolvidos. Cada movimento passou a ser calculado para evitar qualquer vibração capaz de desestabilizar ainda mais a estrutura, que permanecia em situação frágil no barranco.

Com extrema cautela, a equipe realizou a liberação das vias aéreas de Eduardo e, em seguida, a extração segura da vítima. A atuação precisa permitiu preservar a vida do jovem em um cenário considerado de alto risco, tanto pela condição do paciente quanto pela ameaça permanente de queda do veículo.

Cada movimento passou a ser calculado para evitar qualquer vibração capaz de desestabilizar ainda mais a estrutura, que permanecia em situação frágil no barranco.

Cada movimento passou a ser calculado para evitar qualquer vibração capaz de desestabilizar ainda mais a estrutura, que permanecia em situação frágil no barranco.

Foto: Divulgação/Bombeiros


Encontro marca recuperação de vítima

Meses depois do dia que quase terminou em tragédia, os militares voltaram a se encontrar com Eduardo e sua mãe, Eloisa. A visita teve forte carga simbólica para todos os envolvidos, ao aproximar novamente quem atuou no salvamento e quem sobreviveu a um quadro que beirou o fatal.

O reencontro permitiu aos sargentos testemunhar de perto a recuperação do jovem e o retorno do sorriso de quem esteve à beira da morte. Para a tropa, momentos como esse reforçam o significado do serviço prestado à comunidade e a importância de cada decisão tomada em campo. Eduardo hoje é tratado como um verdadeiro símbolo de superação e de vitória sobre a adversidade.

Cada movimento passou a ser calculado para evitar qualquer vibração capaz de desestabilizar ainda mais a estrutura, que permanecia em situação frágil no barranco.

Cada movimento passou a ser calculado para evitar qualquer vibração capaz de desestabilizar ainda mais a estrutura, que permanecia em situação frágil no barranco.

Foto: Divulgação/Bombeiros


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