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Uma operadora de telemarketing, que atuava na cidade de Palmas, no Tocantins, conseguiu na Justiça do Trabalho o direito a uma indenização após denunciar uma série de abusos sofridos durante sua atuação na empresa.
Foto: Freepik Segundo relatado, ela era punida com a perda das folgas aos sábados sempre que apresentava atestados médicos. Além disso, enfrentava constantes pressões por parte de seus superiores e ouvia ameaças de demissão caso insistisse em faltar por questões de saúde.
O processo revelou que a prática era recorrente dentro da empresa, sendo confirmada por uma testemunha. Essa pessoa declarou que havia uma lista de funcionários que estavam sob risco de demissão por apresentarem atestados com frequência. A mesma testemunha contou que, por medo de represálias, chegou a trabalhar mesmo estando doente.
A empresa tentou justificar as folgas como parte de campanhas motivacionais internas, mas os magistrados entenderam que havia coação e abuso por parte da gestão. Na primeira decisão, a Justiça havia fixado a indenização em R$ 5 mil, porém, ao reavaliar o caso, uma instância superior decidiu aumentar esse valor para R$ 15 mil.
A decisão levou em consideração casos anteriores envolvendo a mesma empresa, o que reforçou o entendimento sobre a gravidade da situação. A ampliação da indenização busca não apenas compensar a trabalhadora lesada, mas também servir de alerta para evitar a repetição de práticas semelhantes no ambiente corporativo.