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    Auxílio Emergencial: 4ª e 5ª parcelas poderão ser vetadas, diz Bolsonaro

    Segundo o presidente, caso a 4ª e 5ª parcelas sejam fixadas em R$ 600, o benefício será vetado

    Por Plox

    12/06/2020 11h46 - Atualizado há mais de 1 ano

    Nessa quinta-feira (11), o presidente Jair Bolsonaro afirmou que poderá vetar a prorrogação do auxílio emergencial, caso o Congresso decida para que o valor da quarta e quinta parcelas seja de R$ 600.

    Durante live, em uma rede social, Bolsonaro disse que o Governo pretende pagar duas parcelas adicionais do benefício, sendo cada uma de R$ 300.

    O presidente descartou a manutenção do atual valor. “A gente não pode gastar mais R$ 100 bilhões. Se nós nos endividarmos muito, a gente extrapola nossa capacidade de endividamento. Estamos com a taxa Selic [taxa básica de juros da economia] a 3%, o juro a longo prazo baixou bastante, se nós não tivermos cuidado a Selic pode subir. Cada vez mais o que produzirmos de riqueza vai para pagar dívidas”, afirmou Bolsonaro.

    O presidente estima que com gastos com o auxílio emergencial, mais as despesas de saúde e o socorro a estados e municípios, entre outras iniciativas, o Tesouro Nacional já tenha gasto R$ 1 trilhão.

    Câmara

    Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara, defende a manutenção dos R$ 600 mensais.

    De acordo com Maia, a queda nos valores poderia gerar um grande problema para as famílias que estão dependendo do auxílio para sobreviver.
     

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