Gaza entra em colapso e Israel mantém cerco até a liberação dos reféns

Combatentes palestinos sequestraram várias vítimas após invasões em localidades israelenses, resultando em numerosas baixas civis e militares

Por Plox

12/10/2023 11h46 - Atualizado há 9 meses

Israel anunciou que não levantará o cerco à Faixa de Gaza até que todos os seus reféns sejam libertados. Esse posicionamento ocorre após a identificação de 97 pessoas sequestradas pelo grupo Hamas após os ataques no último sábado. O Ministro de Energia, Israel Katz, expressou em uma postagem no X, o antigo Twitter, que não haverá assistência humanitária a Gaza até que os reféns israelenses retornem para suas casas.

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Condições Desesperadoras em Gaza

A Faixa de Gaza, lar de mais de 2 milhões de pessoas, enfrenta uma situação crítica. O Comitê Internacional da Cruz Vermelha destacou a escassez iminente de combustível. Fabrizio Carboni, diretor regional da entidade, enfatizou os riscos enfrentados pelos hospitais: sem eletricidade, há perigo real de se transformarem em necrotérios. A organização está negociando com ambos os lados do conflito a fim de buscar a liberação dos reféns.

Ataques e Resposta Militar

Combatentes palestinos sequestraram várias vítimas após invasões em localidades israelenses, resultando em numerosas baixas civis e militares. Isso marcou o ataque mais severo sofrido por Israel em 50 anos. Em resposta, Israel estabeleceu um bloqueio total em Gaza, interrompendo serviços essenciais e lançando intensos bombardeios, os mais fortes já vistos em 75 anos de conflito.

Impacto Internacional e Tensões Crescentes

 

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Enquanto a Faixa de Gaza enfrenta consequências devastadoras dos ataques, um grupo de especialistas independentes da ONU condenou as ações do Hamas e lamentou os ataques contra os palestinos. O conflito também desestabilizou os esforços diplomáticos na região, com Israel buscando normalizar relações com a Arábia Saudita. Por outro lado, o presidente dos EUA, Joe Biden, indicou apoio a Israel ao mencionar o fornecimento de armas como um aviso para o Irã se manter afastado.

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