Setor de serviços em Minas Gerais registra crescimento, diz IBGE

Ao todo, foram registrados crescimentos em sete meses seguidos

Por Plox

13/01/2021 15h25 - Atualizado há 11 dias

O setor de serviços em Minas Gerais apresentou, em novembro, um avanço de 2,8% frente a outubro de 2020, na série com ajuste sazonal, no mesmo sentido que o resultado nacional de 2,6%. Para o estado, esta é a sétima taxa positiva consecutiva. Regionalmente, 19 das 27 unidades da federação apresentaram expansão no volume de serviços em novembro de 2020, na comparação com o mês imediatamente anterior.

São Paulo (3,2%) exerceu o avanço mais importante, sendo que houve, também, contribuições positivas relevantes do Rio de Janeiro (1,3%), do Rio Grande do Sul (3,2%), de Pernambuco (5,2%) e do Paraná (2,1%), além de Minas Gerais (2,8%). Em contrapartida, o Distrito Federal (-9,9%) registrou a principal retração em termos regionais.

Em novembro de 2020, o volume de serviços no Brasil cresceu 2,6% frente a outubro, na série com ajuste sazonal, sexta taxa positiva seguida, gerando um ganho acumulado de 19,2%.

Na série sem ajuste sazonal, no confronto com novembro de 2019, o volume de serviços recuou 4,8% em novembro de 2020, nona taxa negativa seguida. No acumulado do ano, o volume de serviços caiu 8,3% frente a igual período de 2019.

O acumulado nos últimos doze meses (7,4%) manteve a trajetória descendente iniciada em janeiro (1,0%) e apontou o resultado negativo mais intenso desde o início da série histórica, iniciada para esse índice, em dezembro de 2012.

Os transportes, com a sétima alta seguida, já acumulam ganho de 26,7% entre maio e novembro, mas ainda necessitam avançar 5,4% para voltar ao nível de fevereiro. Os serviços prestados às famílias registraram a quarta alta seguida e já acumulam ganho de 98,8% nos últimos sete meses, mas ainda precisam crescer 34,2% para retornar ao patamar de fevereiro.

Por sua vez, os serviços profissionais, administrativos e complementares chegaram a um ganho de 9,5% no período de junho a novembro, após caírem 16,8% entre fevereiro e maio.

Os demais avanços vieram dos serviços de informação e comunicação (0,5%) e de outros serviços (0,5%). A primeira atividade acumula um ganho de 4,6% de setembro a novembro; e a última volta a subir, após ter recuado 3,9% em outubro.

Ambos são os únicos setores que já superaram o nível de fevereiro, impulsionados pelos bons desempenhos dos segmentos de tecnologia da informação; e dos serviços financeiros auxiliares, respectivamente.
 

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