PL marca convenção em São Paulo para oficializar Flávio Bolsonaro como candidato em 2026
Evento foi anunciado por Valdemar Costa Neto e está previsto para ocorrer na Arena Pacaembu; vice ainda não foi anunciado.
O bilionário Elon Musk, atual chefe do Departamento de Eficiência Governamental dos Estados Unidos e aliado do ex-presidente Donald Trump, declarou nesta quarta-feira (12) que o “deep state” norte-americano teria financiado a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) contra Jair Bolsonaro (PL) nas eleições de 2022.

Musk fez essa afirmação ao responder a um questionamento do senador republicano Mike Lee, que mencionou o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) durante uma discussão em Washington D.C. O congressista citou uma conta que está banida no Brasil, associando o tema a questões de censura.
O termo “deep state” é frequentemente utilizado para descrever uma suposta influência de agentes internos do governo dos EUA em decisões políticas e internacionais. À época das eleições brasileiras, o governo norte-americano era comandado pelo democrata Joe Biden, antecessor da atual administração republicana.
Atualmente, Musk integra o governo de Trump em seu segundo mandato e tem adotado uma política de cortes orçamentários em diversas áreas. O empresário tem criticado duramente órgãos governamentais, classificando-os como um “ninho de vermes” e até como uma “organização criminosa”.
Enquanto isso, Eduardo Bolsonaro cumpre agenda nos Estados Unidos, onde tem se reunido com congressistas republicanos. Em suas redes sociais, o deputado afirmou que o Brasil tem ganhado visibilidade entre parlamentares norte-americanos e sugeriu que uma nova comitiva poderá visitar o país para investigar supostas denúncias de censura.
Durante um dos encontros, Eduardo se reuniu com a deputada republicana Maria Elvira Salazar, que, durante uma audiência no Congresso dos EUA, exibiu uma foto do ministro Alexandre de Moraes, em um possível aceno à discussão sobre liberdade de expressão no Brasil.