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Pesquisa do instituto Real Time Big Data divulgada em dezembro de 2025 mostra o senador Cleitinho (Republicanos) na frente na disputa pelo governo de Minas Gerais em um cenário estimulado para as eleições de 2026. O levantamento também coloca Alexandre Kalil (PDT) em segundo lugar e traz dados sobre indecisos e avaliação do governo estadual.
O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG)
Foto: Carlos Moura/Agência Senado
No cenário estimulado testado, Cleitinho aparece com 38% das intenções de voto. Em seguida vêm Alexandre Kalil, com 18%, Matheus Simões, com 9%, e Gabriel Azevedo, com 4%. O levantamento registra ainda 11% de votos branco/nulo e 20% de eleitores que não souberam ou não responderam.
A sondagem foi realizada com 1.500 entrevistas nos dias 8 e 9 de dezembro de 2025, com margem de erro de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, conforme informado no material do estudo.
Os números indicam que Cleitinho lidera a corrida pelo governo de Minas, mas o alto percentual de indecisos e votos brancos ou nulos ainda pode redesenhar o cenário até 2026.
O relatório técnico da pesquisa também apresenta a avaliação do governo de Minas. Segundo o levantamento, 62% dos entrevistados dizem aprovar a atual gestão estadual, enquanto 34% declaram desaprovar. Outros 4% não souberam ou não responderam.
Na avaliação do trabalho do governo, o estudo aponta 33% de conceito “ótimo/bom”, 33% de “regular” e 31% de “ruim/péssimo”. Há ainda 3% de entrevistados que não responderam ou não souberam avaliar.
Além das intenções de voto, o levantamento inclui um quadro de rejeição (múltipla escolha) entre os nomes testados. Cleitinho e Kalil aparecem empatados com 42% de rejeição cada, enquanto Matheus Simões registra 21%.
Apesar da liderança de Cleitinho, a soma de indecisos (20%) e de votos branco/nulo (11%) é considerada relevante e pode alterar a configuração da disputa à medida que as pré-candidaturas forem se consolidando.
Resultados como os apresentados pelo Real Time Big Data tendem a intensificar conversas partidárias sobre alianças, composição de chapas e palanques regionais, especialmente em um momento em que o ambiente eleitoral ainda está em construção.
O próprio relatório sugere que os dados funcionam como uma espécie de “ponto de partida” da corrida de 2026, sem substituir a dinâmica de campanha, que inclui fatores como exposição dos nomes, negociações políticas e mudanças no humor do eleitorado ao longo do tempo.
A expectativa é que novos estudos, tanto do Real Time Big Data quanto de outros institutos, sejam divulgados ao longo de 2026 para medir oscilações nas intenções de voto, níveis de rejeição, possibilidades de transferência de votos e o impacto de alianças.
Para o leitor, alguns pontos serão centrais no acompanhamento da disputa pelo governo de Minas: a confirmação das pré-candidaturas, a formação de coligações, a evolução do número de indecisos e a comparação entre pesquisas de diferentes institutos. Em todos os casos, é importante observar metodologia aplicada, período de coleta e margem de erro para interpretar corretamente os resultados.