STF: 2ª Turma decide hoje sobre possível liberação da prisão preventiva de Daniel Vorcaro
Em sessão virtual iniciada em 13/03/2026, colegiado avalia se referenda ou revisa decisão individual do ministro André Mendonça no caso ligado ao Banco Master
A varejista de fast fashion Renner retirou de circulação um modelo de camiseta com a frase “Regret nothing” (“Não se arrependa de nada”) de suas lojas físicas e do e-commerce. A decisão veio após a peça aparecer em imagens de Vitor Hugo Oliveira Simonin, apontado como réu em um caso de estupro coletivo contra uma adolescente de 17 anos em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro, quando ele se apresentou à polícia.
A escolha da roupa, usada no momento em que o jovem se entregou na delegacia, ganhou grande repercussão nas redes sociais e ampliou a indignação em torno do caso. A frase em inglês estampada na camiseta foi interpretada por parte do público como possível deboche ou provocação diante da gravidade das acusações.
Após repercussão do caso, marca retira das lojas camiseta com a frase “Regret nothing”, usada por jovem ao se entregar à polícia
Foto: Reprodução/Instagram
Segundo relatos publicados na imprensa, Simonin se apresentou na 12ª DP (Copacabana) vestindo a camiseta com a inscrição “Regret nothing”. A imagem se espalhou rapidamente e passou a ser tratada como um dos símbolos da revolta em torno do episódio, marcado pela violência contra uma adolescente de 17 anos.
Em meio à repercussão, a Renner anunciou a retirada do item de seus canais de venda. Reportagens citam que o produto foi recolhido das lojas físicas e também do comércio on-line da marca. A informação sobre o recolhimento já aparece em veículos de imprensa, mas detalhes completos sobre o comunicado oficial da empresa ainda estão em apuração, como data exata da decisão, eventuais lotes envolvidos e a forma como o anúncio foi feito.
Renner
Foto: Reprodução
Até o momento desta apuração, não foi localizado, em fonte primária aberta e verificável, um link direto para a nota oficial completa da Renner tratando da retirada da camiseta. O que há são reproduções de trechos de posicionamento em matérias jornalísticas, indicando que a empresa repudiou a violência e informou ter providenciado a retirada do produto de seus canais digitais e das lojas físicas.
Essas informações ainda dependem de confirmação com o texto integral da nota e com o canal oficial utilizado para sua divulgação, como página institucional, área de Relações com Investidores ou comunicado público específico.
No campo policial e judicial, veículos noticiam que o jovem se apresentou à delegacia e que o caso envolve uma adolescente de 17 anos, com investigação em curso e grande repercussão nacional. Detalhes sobre o processo, cronologia e decisões formais devem ser acompanhados por meio de fontes oficiais do Rio de Janeiro e do Judiciário.
Para quem já adquiriu a camiseta, uma questão prática é a possibilidade de troca, devolução ou esclarecimentos sobre a disponibilidade do item. Como a retirada foi noticiada como abrangendo tanto lojas físicas quanto a operação on-line, é esperado que a peça deixe o estoque regular, embora ainda possa circular em revendas e entre terceiros. A orientação é buscar diretamente os canais oficiais de atendimento da Renner e manter comprovantes de compra.
No setor de moda, o caso evidencia como peças com frases aparentemente genéricas podem ganhar novos significados ao serem associadas a casos de violência e a situações de forte comoção pública. Essa ressignificação pressiona marcas a reagirem de forma rápida para tentar proteger reputação e evitar associações consideradas indevidas.
No debate público, a camiseta passou a ser discutida como possível sinal de provocação e, em algumas análises, foi conectada a ambientes digitais misóginos e a discussões sobre cultura on-line, masculinidade extrema e violência contra mulheres. Essas leituras vêm sendo exploradas por colunistas e reportagens ao tratar do impacto simbólico da peça usada por um réu em um caso de estupro coletivo.
Imagem ainda está veiculada no site
Foto: Reprodução