STF: 2ª Turma decide hoje sobre possível liberação da prisão preventiva de Daniel Vorcaro
Em sessão virtual iniciada em 13/03/2026, colegiado avalia se referenda ou revisa decisão individual do ministro André Mendonça no caso ligado ao Banco Master
Na tarde deste sábado, um terrível ataque com faca no shopping Westfield Bondi Junction, em Sydney, Austrália, resultou em seis mortes e múltiplos feridos. O local, bastante movimentado, foi cenário de uma violência abrupta quando um homem de 40 anos, ainda não identificado, mas conhecido pelos serviços de segurança, iniciou o ataque que terminou com sua morte pela polícia. Karen Webb, delegada de Nova Gales do Sul, informou que as vítimas fatais eram cinco mulheres e um homem. Entre os feridos está um bebê de nove meses que precisou ser operado. Além dele, outras oito pessoas foram hospitalizadas.

Ação rápida da polícia
O primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, e a delegada Webb descartaram a motivação terrorista no incidente, indicando que o agressor agiu sozinho. Durante o ataque, testemunhas relataram cenas de pânico e correria. Ayush Singh, um trabalhador local, viu o ataque desdobrar-se enquanto ajudava duas senhoras a se esconderem. Posteriormente, ouviu-se três disparos antes de o agressor ser neutralizado pela polícia. Albanese destacou a bravura de uma policial que, ao confrontar o suspeito, conseguiu evitar mais mortes, chamando-a de "heroína".
Solidariedade e memória
Este episódio chocou não apenas a comunidade local, mas também figuras internacionais. O rei Charles III e a rainha Camilla expressaram estar "horrorizados" com o ataque. O príncipe William e a princesa Catherine também manifestaram tristeza pela tragédia. O incidente se junta a uma lista curta, porém grave, de ataques similares na história recente da Austrália, como o ocorrido em Melbourne em 2018, que foi reivindicado pelo Estado Islâmico.