PT de Minas nega participação em manifesto que pede demissão de Alexandre Silveira

Nota da direção estadual afirma que não reconhece o documento que circulou nas redes e diz que posicionamentos oficiais devem seguir canais institucionais e ter assinatura

13/04/2026 às 11:16 por Redação Plox

A direção do PT em Minas Gerais divulgou uma nota para negar participação em um manifesto endereçado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva que pede a demissão do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PT). O documento, com críticas ao ministro, circulou em grupos de mensagens e nas redes sociais ao longo do final de semana.

  • No texto que viralizou, os autores se apresentam apenas como movimentos sociais e apoiadores do Projeto Lula-Pacheco em Minas Gerais, além de lideranças de partidos de esquerda. O manifesto faz acusações ao ministro e o chama de “traidor”, defendendo sua saída do governo.
    Presidente participa da Conselho Nacional de Política Energética. A Política de TRansição Energética está entre as pautas

    Presidente participa da Conselho Nacional de Política Energética. A Política de TRansição Energética está entre as pautas

    Foto: • Agência Brasil


PT-MG diz que nota é “ilegítima” e sem assinatura

O Partido dos Trabalhadores de Minas Gerais vem a público esclarecer que não reconhece e não subscreve o conteúdo de uma nota de repúdio que circula sem assinatura, a qual menciona, de forma indevida, lideranças do nosso partido. A ilegítima nota questiona a permanência do ministro Alexandre Silveira no cargo por suposta traição ao governo Lula e exige que o mesmo seja destituído. Conteúdo o qual interpretamos como uma tentativa oportunista de desestabilizar e desgastar o governo Lula, visando ainda prejudicar o PT nas eleições deste ano

Na manifestação, a direção estadual também afirma que o partido tem instâncias legítimas de direção, responsáveis pela formulação política e pela divulgação de posicionamentos oficiais. Segundo a nota, qualquer manifestação pública em nome do PT deve seguir os canais institucionais e ser devidamente assinada pela direção.

Direção estadual fala em “tentativa oportunista”

Ao comentar o conteúdo que circulou no fim de semana, a direção estadual do PT classificou o manifesto como uma tentativa “oportunista” de desestabilizar e desgastar o governo Lula, além de apontar que o episódio teria potencial de prejudicar o partido nas eleições deste ano.

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