Presidente defende decreto de armas e diz que se homem invadir sua casa 'mete chumbo mesmo'

13/05/2019 15:13

Bolsonaro lembrou o referendo de 23 de outubro de 2005, onde a maior parte das pessoas teria se posicionado favorável à venda de armas

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O presidente Jair Bolsonaro (PSL) assinou na semana passada o decreto-lei que facilita a obtenção, registro, posse e porte, além da venda de armas de fogo para alguns grupos de pessoas. Nesse domingo, 12 de maio, o chefe de Estado reafirmou seu posicionamento diante da mudança, em um programa de rádio, afirmando que respeitou o direito das pessoas se defenderem e que atendeu um desejo da sociedade com a ampliação da lei.

Bolsonaro

Decreto foi assinado na semana passada por Bolsonaro- Foto: Marcos Corrêa/ Presidência da República

Para respaldar a opinião, Bolsonaro esclareceu que sua obrigação é defender a família, pois, quem invade um imóvel não tem boas intenções. "Eu, por exemplo, como homem, tenho que defender a minha mulher. Sei que se um homem entrar na minha casa, é para barbarizar, então é para meter chumbo mesmo", declarou.

Ressaltando que o decreto atende à vontade popular, Bolsonaro lembrou que em 23 de outubro de 2005 houve um referendo no país, que não havia sido atendido pelo governo à época, onde a maior parte das pessoas teria se posicionado favoravelmente à venda de armas. 

Atualizada às 16h15



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