STF: 2ª Turma decide hoje sobre possível liberação da prisão preventiva de Daniel Vorcaro
Em sessão virtual iniciada em 13/03/2026, colegiado avalia se referenda ou revisa decisão individual do ministro André Mendonça no caso ligado ao Banco Master
Diversas autoridades da área judicial têm sofrido com ataques de hackers em seus celulares, assim como o ministro da Justiça Sérgio Moro e o coordenador da Lava-Jato, Deltan Dallagnol. Dentre alguns atingidos, estão procuradores, juízes e promotores.

Foto: Reprodução
Um dos casos mais recentes aconteceu nessa terça-feira, 11 de junho, quando José Robalinho Cavalcanti, ex-presidente da Associação Nacional de Procuradores (ANPR), estava jantando e recebeu uma ligação como sendo pelo procurador militar Marcelo Weitzel. “Ele [o invasor] me mandou um áudio, que, segundo ele, era muito bombástico contra a Lava-Jato. Eu estava em um jantar e não pude ouvir imediatamente. O áudio me pareceu a voz de um colega. Mas, diferentemente do que o falso Marcelo disse, eu respondi, de forma técnica, que não havia nada demais. Ele ainda discordou de mim, e, ao fim, disse: abraço do hacker”, comentou José Robalinho. O mesmo hacker teria usado a conta de Marcelo Weitzel para encaminhar mensagens no Telegram para o grupo do Conselho Nacional do Ministério Público.
Outra que teve sua privacidade invadida foi a juíza Gabriela Hardt, da Lava-Jato; o desembargador Abel Gomes, relator da força-tarefa no Rio de Janeiro; o juiz Flávio de Oliveira Lucas, também do Rio; o ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot; os procuradores Januário Peludo, Paulo Galvão, Thaméa Danelon, Ronaldo Pinheiro de Queiroz, Danilo Dias, Eduardo El Haje, Andrey Borges Mendonça e Marcelo Weitzel, e o jornalista Gabriel Mascarenhas.
Atualização 9h28