CSN é multada em R$ 39 milhões pelo TRF-6 por atraso para reduzir participação na Usiminas
Tribunal considerou 391 dias de descumprimento do prazo para baixar fatia abaixo de 5%, em medidas acompanhadas pelo Cade; processo está em sigilo.
Até que seja possível distinguir o sexo nos ovos na Alemanha, o setor poderá continuar sacrificando milhões de pintinhos machos, até que se encontre metodologia para verificar o sexo do animal dentro do ovo em escala industrial. A Corte Administrativa Federal teve que se posicionar a respeito do caso, definindo que se poderia eliminar os machos, embasando-se em artigo da lei de defesa dos animais de que "ninguém tem o direito de infligir aos animais dores, sofrimentos, ou danos sem motivos razoáveis". Anualmente, quase 50 milhões de pintinhos são mortos no país, geralmente por trituração.

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A juíza Renate Philipp informou que a prática de sacrificar os machos é embasado por “motivo razoável até que se encontrem métodos" para determinar o sexo no ovo. Na primeira e segunda instância de julgamento, a Corte levou em conta que o lado econômico dos locais onde se criam galinhas eram prioritários, uma vez que os pintos machos são custosos para a reprodução e não têm muita utilidade no mercado. Para a ministra da Agricultura, Julia Klöckner, crítica à prática, diz que "matar os animais depois de seu nascimento por causa de seu sexo não é possível".

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Existem várias técnicas para se distinguir o sexo no ovo na Alemanha, porém, ainda não há possibilidade de que eles sejam aplicados na indústria em larga escala. O ministério da Agricultura local liberou € 8 milhões (Euros) para pesquisar outras opções, que não seja a morte dos pintinhos.
Atualização 13h01