OAB-DF abre apuração disciplinar sobre sócios de escritório ligado à família de Moraes
Procedimento envolve integrantes do Barci & Barci Advogados e se baseia em informações de relatório da Polícia Federal sobre o Banco Master.
A rede de saúde de Ipatinga enfrenta um momento de forte pressão devido ao aumento expressivo de casos respiratórios. Dados divulgados pela Prefeitura nesta quinta-feira (13) mostram que a UPA 24h atingiu uma taxa de ocupação de 180,95% nos leitos de observação e internação, enquanto setores do Hospital Municipal Eliane Martins (HMEM) também operam no limite ou acima da capacidade.
O cenário crítico se deve principalmente ao crescimento dos atendimentos relacionados a síndromes respiratórias. A pressão não se restringe à rede municipal: na quarta-feira (12), o Hospital Márcio Cunha (HMC) comunicou que está operando em sua capacidade máxima, diante do aumento da procura e da ocupação dos leitos.
O avanço das doenças respiratórias tem levado as unidades de saúde de Ipatinga a uma situação de ocupação acima do recomendado, exigindo medidas emergenciais.Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, a UPA conta atualmente com 38 pacientes internados, todos recebendo assistência multiprofissional. A taxa de ocupação de 180,95% reflete a sobrecarga nos leitos de observação e internação, impulsionada pelo aumento dos casos de síndromes respiratórias.
Com a demanda elevada, recursos como equipamentos de suporte, monitoramento e leitos estão sendo direcionados prioritariamente para pacientes em estado mais grave e que necessitam de atendimento de urgência.

Com UPA a 180%, rede de saúde de Ipatinga enfrenta alta demanda
Foto: Stella Dutra / Plox Brasil
No Hospital Municipal Eliane Martins, a situação também é preocupante. A UTI adulta atingiu 100% de ocupação nesta quinta-feira, enquanto a internação clínica adulta chegou a 110%.
Entre os pacientes pediátricos, o cenário é menos crítico: a UTI pediátrica está com 30% de ocupação e a internação clínica pediátrica registra 83%.
Veja os índices divulgados:
O aumento da demanda não se limita às unidades municipais. O Hospital Márcio Cunha divulgou nota de utilidade pública informando que também opera em sua capacidade máxima, devido ao crescimento dos casos de doenças respiratórias e de outras enfermidades.
Segundo o hospital, ajustes estão sendo feitos para manter a qualidade do atendimento, mesmo diante do cenário de alta procura.
Diante do quadro de ocupação elevada, a Secretaria Municipal de Saúde anunciou a adoção de medidas emergenciais, como o reforço e redistribuição das equipes, reorganização do fluxo de atendimento e priorização dos casos mais graves ou com risco iminente.
Com a UPA operando acima da capacidade, a Secretaria de Saúde orienta que moradores com sintomas leves ou situações que não representem risco imediato procurem, inicialmente, a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima.
É importante que cada paciente observe a evolução do próprio quadro. Casos de urgência e emergência continuam sendo referência para os serviços especializados.
Os índices apresentados refletem a situação informada pelas unidades nesta quarta (12) e quinta-feira (13), podendo sofrer alterações conforme novas internações, altas e atendimentos.