STF: 2ª Turma decide hoje sobre possível liberação da prisão preventiva de Daniel Vorcaro
Em sessão virtual iniciada em 13/03/2026, colegiado avalia se referenda ou revisa decisão individual do ministro André Mendonça no caso ligado ao Banco Master
Em dados recentes divulgados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) nesta quarta-feira (13), o governo central apresentou um déficit primário de R$ 25,7 bilhões em agosto de 2023. Tal déficit ocorre quando as despesas totais, que alcançaram R$ 160,3 bilhões, superam as receitas, que ficaram em R$ 134,6 bilhões no mês. Interessante destacar que, comparado ao déficit de R$ 52,7 bilhões de agosto do ano anterior, houve uma redução de 51,2%.
Análise das receitas
No oitavo mês deste ano, o Ipea identificou reduções nas receitas: houve uma queda de 30,1% nas receitas não gerenciadas pela Receita Federal e de 8,4% nas que são administradas por ela. Este cenário foi comparado ao mesmo período em 2022. Contudo, essa redução foi atenuada pelo aumento de 3% na arrecadação do Regime Geral de Previdência Social, resultando em uma perda líquida de 7,1% nas receitas totais em comparação a agosto de 2022. Em relação aos tributos geridos pela Receita Federal, somente o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide-combustíveis) apresentaram alta em relação a 2022. Os demais tiveram decréscimos.
Panorama das despesas
Em agosto, o aumento dos gastos com controle de fluxo foi marcante, crescendo 56%, impulsionado pelo pagamento do programa Bolsa Família. Contudo, houve reduções significativas em outros setores: as despesas com previdência e pessoal diminuíram em 91%, os créditos extraordinários caíram 97% e as despesas discricionárias tiveram uma redução de 48%.
Ao longo de 2023, o déficit acumulado atingiu R$ 102,9 bilhões. Em contraste, durante o mesmo período em 2022, o governo central havia conseguido um superávit de R$ 26,3 bilhões.