Lula cumpre agenda de Carnaval em Recife, Salvador e Rio neste fim de semana
Presidente deve acompanhar o Galo da Madrugada, assistir ao Trio da Cultura no circuito Barra-Ondina e ir ao Sambódromo para ver a Acadêmicos de Niterói
14/02/2026 às 07:09por Redação Plox
14/02/2026 às 07:09
— por Redação Plox
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva inicia neste fim de semana uma série de compromissos em diferentes polos do Carnaval brasileiro, com paradas em Recife, Salvador e Rio de Janeiro. A agenda reúne participação em eventos culturais e encontros institucionais, enquanto setores da oposição questionam o caráter político das aparições públicas.
Lula no Galo da Madrugada, em Recife
A primeira etapa do roteiro será em Recife. Lula deve acompanhar o desfile do tradicional Galo da Madrugada, que neste ano aposta em um tema voltado à preservação ambiental e à valorização das riquezas naturais do país. A expectativa é que o presidente acompanhe a programação ao lado de autoridades locais e apoiadores.
Foto: Reprodução
Circuito Barra-Ondina com Trio da Cultura
Ainda no sábado, Lula segue para Salvador, onde está prevista presença em um camarote oficial para acompanhar a passagem do Trio da Cultura no circuito Barra-Ondina. O desfile será liderado pela ministra da Cultura, Margareth Menezes, que contará com participações musicais especiais. A previsão inicial é de que o presidente assista à festa em um espaço institucional, sem participação direta no trio elétrico.
Desfile na Sapucaí encerra a programação
No domingo, o presidente estará no Sambódromo do Rio de Janeiro para assistir ao desfile da Acadêmicos de Niterói. A escola levará à avenida um enredo inspirado na trajetória política e pessoal de Lula, desde a infância no Nordeste até a chegada ao Palácio do Planalto, em uma narrativa que reforça sua imagem pública e sua história de ascensão.
A programação se dá em um momento de maior exposição do chefe do Executivo e já provoca reações de adversários políticos, que discutem possíveis impactos eleitorais das agendas. Até agora, o governo federal sustenta que a presença do presidente nos eventos tem caráter cultural e institucional.