STF: 2ª Turma decide hoje sobre possível liberação da prisão preventiva de Daniel Vorcaro
Em sessão virtual iniciada em 13/03/2026, colegiado avalia se referenda ou revisa decisão individual do ministro André Mendonça no caso ligado ao Banco Master
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou em publicação nas redes sociais que o Irã estaria “totalmente derrotado” e buscando um acordo, mas “não um acordo” que ele aceitaria. A declaração foi feita em meio à escalada do conflito e após ações militares americanas contra alvos em uma ilha considerada vital para a logística e a economia iraniana, o que aumenta a pressão internacional por uma saída negociada.
Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump
Foto: Joyce N. Boghosian/White House
Segundo a Associated Press, Trump escreveu que a “mídia” não estaria reportando “o quão bem” as Forças Armadas dos EUA teriam atuado contra o Irã e, na mesma mensagem, disse que Teerã quer um acordo — porém em termos que ele não aceitaria. A fala veio no contexto de novos desdobramentos militares envolvendo a ilha de Kharg, ponto estratégico no Golfo Pérsico ligado à rede de exportação de petróleo iraniana.
Em outra reportagem, a AP detalha que os EUA atingiram alvos militares na ilha, preservando a infraestrutura de petróleo “por enquanto”, mas com aviso de que essa estrutura poderia entrar na lista de alvos dependendo de ações iranianas, como eventual interferência na navegação na região.
A posição pública de Trump tem oscilado entre sinalizações de que o conflito poderia se encerrar em breve e a reafirmação de condições duras para qualquer entendimento. Na semana anterior, a revista Time registrou que o presidente afirmou que não haveria acordo para interromper os ataques sem “rendição incondicional” do Irã.
Já a Axios apontou que a comunicação do governo sobre objetivos e prazos tem sido variável, com mensagens diferentes sobre duração da ofensiva, condições para encerrá-la e o que seria aceitável como “fim” do conflito. Nesse contexto, a frase de Trump de que o Irã “está totalmente derrotado e quer um acordo, mas não um acordo” que ele aceitaria reforça o cenário de negociação difícil e de exigências americanas em patamar elevado.
Para o Brasil, o principal impacto imediato tende a ser econômico. Tensões no Golfo Pérsico e ameaças a rotas e infraestrutura de energia costumam aumentar a volatilidade do petróleo, com reflexos sobre combustíveis, fretes e inflação. Mesmo sem reajustes automáticos, o aumento do risco geopolítico pode pressionar cotações e expectativas de mercado.
No campo político, a mensagem de Trump de que o Irã buscaria um acordo, mas em termos rejeitados por Washington, prolonga o quadro de incerteza. A postura americana amplia a pressão sobre aliados e organismos internacionais envolvidos em tentativas de mediação e torna mais difícil a construção de um entendimento que seja aceitável para todas as partes.
Segundo o noticiário internacional, a tendência é de manutenção do impasse, com combinação de pressão militar e tentativa de impor condições rígidas para um eventual acordo. Entre os pontos a acompanhar estão:
Informações sobre termos concretos de negociação e sobre canais formais de diálogo ainda dependem de confirmações adicionais e de comunicados oficiais, ponto que segue em apuração pela imprensa internacional.