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A Agência Internacional de Energia (AIE) prevê que o mundo vai consumir menos petróleo em 2026, em meio a uma forte redução de oferta provocada pela guerra no Oriente Médio.
De acordo com a agência, o consumo global deve ficar em média em 104,26 milhões de barris por dia em 2026, ligeiramente abaixo dos 104,34 milhões estimados.
Preço do barril de petróleo cai após declaração de Trump de que guerra no Oriente Médio está perto do fim
Foto: Freepik
A demanda mundial de petróleo deve recuar 80.000 barris por dia, em média, em 2026
A Agência Internacional de Energia (AIE)
No relatório do mês passado, a AIE previa um crescimento de 730.000 barris diários.
A agência é ligada à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
A AIE estima que, no segundo trimestre, o consumo alcance 102,07 milhões de barris por dia, o que representa uma queda prevista de 1,5 milhão em um ano.
Segundo a agência, esse é o maior recuo desde que a Covid-19 reduziu o consumo de combustíveis.
A AIE informou que, inicialmente, as reduções mais marcantes do consumo foram observadas no Oriente Médio e na Ásia-Pacífico, especialmente no combustível de aviação e no gás de petróleo liquefeito (GLP), muito usado para cozinhar.
Em março, a oferta mundial de petróleo caiu 10,1 milhões de barris por dia, para 97 milhões. A AIE atribui o recuo aos ataques contra infraestruturas de energia do Golfo e às restrições no abastecimento no Estreito de Ormuz.
No mesmo contexto, a agência alertou que a queda da demanda deve continuar enquanto persistirem a escassez e a alta dos preços, e classificou o momento como o “choque de oferta de petróleo mais grave da história”.
Em contrapartida, a Rússia registrou avanço nas receitas com exportações de petróleo. De fevereiro para março, os ganhos dobraram, passando de US$ 9,7 bilhões para US$ 19 bilhões.
Segundo o texto, o crescimento foi impulsionado pelo aumento dos preços e pelo avanço das exportações de petróleo bruto e de produtos petrolíferos.