Salário mínimo sobe para R$ 1.621 em 2026 e reajuste já impacta benefícios do INSS
Aumento de 6,79% (R$ 103) foi definido pelo Decreto 12.797/2025, com base no INPC e no crescimento do PIB, limitado pelo arcabouço fiscal
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva expressou forte crítica à postura de Israel na Faixa de Gaza, enfatizando a necessidade de proteger civis, especialmente em hospitais. Durante sua live semanal, Lula enfatizou a injustiça percebida na expulsão dos palestinos da região e condenou os bombardeios israelenses em hospitais, destacando que a presença de indivíduos perigosos não justifica o dano a inocentes. "Se eu sei que está cheio de criança naquele lugar, não posso matar as crianças", afirmou Lula.

Resgate de Brasileiros e Defesa da Coexistência de Nações
Seguindo a condenação das ações militares, Lula mencionou o recente repatriamento de 32 brasileiros da Faixa de Gaza. O presidente reiterou a posição do Brasil em favor da criação de um Estado Palestino e da coexistência pacífica entre Israel e Palestina. As críticas ao ataque do Hamas foram mantidas, mas o enfoque foi na necessidade de uma solução pacífica e justa para ambos os lados.
Críticas à ONU e Veto dos EUA
A insatisfação de Lula se estendeu à Organização das Nações Unidas, questionando sua eficácia e criticando o direito de veto no Conselho de Segurança. Referindo-se ao recente veto dos Estados Unidos a uma resolução brasileira sobre o conflito, Lula lamentou a incapacidade da ONU de 1945 em atender às demandas do mundo contemporâneo. Ele reafirmou o compromisso do Brasil com a paz e a necessidade de reformar a estrutura da ONU para refletir as realidades globais atuais.