Salário mínimo sobe para R$ 1.621 em 2026 e reajuste já impacta benefícios do INSS
Aumento de 6,79% (R$ 103) foi definido pelo Decreto 12.797/2025, com base no INPC e no crescimento do PIB, limitado pelo arcabouço fiscal
A Prefeitura de Belo Horizonte está utilizando drones em uma iniciativa inovadora para combater o mosquito Aedes aegypti, vetor de doenças como dengue, zika e chikungunya. Nesta quinta-feira, 14 de dezembro, a operação se concentrou na Região de Venda Nova, com o objetivo de mapear e diagnosticar áreas críticas.

Esses sobrevoos, que já totalizam 104 em 2023, envolvem uma tecnologia avançada capaz de calcular o volume de água parada, identificando mais de 15 mil imóveis. A seleção das áreas a serem inspecionadas é estratégica, baseando-se em indicadores como a incidência das doenças e a quantidade de larvas e ovos do mosquito.
Após a identificação dos focos, os Agentes de Combate a Endemias (ACE) são direcionados aos locais para a realização do tratamento, que inclui a eliminação de criadouros e orientação aos proprietários dos imóveis. Em casos onde o acesso é complicado, o próprio drone é utilizado para dispensar larvicida, uma solução inofensiva ao meio ambiente e segura para a população, conforme assegurado pela Prefeitura de Belo Horizonte.