Poze do Rodo, Ryan SP e outros: veja quais famosos são investigados em operação da Polícia Federal
Megaoperação cumpriu 45 mandados de busca e apreensão e 39 prisões temporárias em nove estados e no DF, com medidas de bloqueio e sequestro de bens
O ator brasileiro Wagner Moura, que recentemente concorreu ao Oscar por sua atuação no filme O Agente Secreto, foi incluído na lista das 100 pessoas mais influentes do mundo em 2026, divulgada pela revista estadunidense Time. Ele aparece entre as personalidades apontadas como ícone mundial.
Além de integrar a seleção, Moura foi escolhido como uma das quatro capas da revista, ao lado da atriz Zoe Saldaña, do cantor Luke Combs e da atriz e comediante Nikki Glaser.
O ator brasileiro Wagner Moura, foi incluído na lista das 100 pessoas mais influentes do mundo em 2026.
Foto: Divulgação / TIME
No perfil dedicado ao artista, intitulado “Eu falo as coisas. Não tenho medo”, a revista afirma que Wagner Moura quer “contar a verdade” e destaca seu posicionamento político, apontando que ele não teria receio de dizer o que pensa.
Governos vêm e vão.
Wagner Moura, em entrevista à Time
Na entrevista, ele comentou o cenário dos Estados Unidos, país onde vive atualmente. Segundo Moura, embora o país esteja polarizado, existe uma diferença entre o governo no poder e o que ele descreve como a “alma do país”. Ele também afirmou que Donald Trump representa muito do que os EUA são, mas que o país não se resume a isso, citando nomes como Martin Luther King e Rosa Parks como referências de lutas por liberdade.
A Time também descreveu o ator brasileiro como alguém que não usa redes sociais, ouve música em vinil e dirige seu próprio Fusca 1959. Para a revista, em um mundo cada vez mais digital, ele seria um “antídoto analógico”.
Outros dois brasileiros aparecem na lista das pessoas mais influentes da Time: os pesquisadores Mariangela Hungria da Cunha e Luciano Moreira.
Mariangela Hungria da Cunha, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), venceu o World Food Prize 2025, considerado a principal premiação da agricultura mundial e conhecido como o “Nobel” da Alimentação e Agricultura.
Ela foi incluída na lista de pioneiras pelo desenvolvimento de um trabalho com microrganismos que permitem que as plantações absorvam nitrogênio do ar de forma mais natural. De acordo com a revista, as inovações científicas associadas à pesquisadora ajudaram agricultores brasileiros a economizar cerca de US$ 25 bilhões por ano e a evitar a emissão de 230 milhões de toneladas de dióxido de carbono equivalente.
Já o pesquisador Luciano Moreira foi selecionado na categoria de inovadores pelo desenvolvimento e pela expansão de uma técnica que emprega mosquitos modificados para impedir a transmissão de doenças como dengue, zika e chikungunya.
No ano passado, Moreira já havia entrado na lista Nature’s 10, da revista Nature, por trabalhos ligados ao Aedes aegypti.