Flávio Bolsonaro lota ruas de Capelinha (MG) em mobilização para o segundo turno
Candidato participou do “Bloquinho do 22”, discursou a apoiadores e caminhou pela Praça do Povo no Vale do Jequitinhonha.
Governo federal abriu um crédito extraordinário de R$ 337,5 milhões para ampliar as ações de prevenção e combate a incêndios florestais.
Foto: Paula Rafiza/Ascom/Ibama
A medida foi publicada nesta segunda-feira (15) no Diário Oficial da União, por meio da Medida Provisória nº 1.367/2026.
Do total autorizado, R$ 194,4 milhões serão executados pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
Cerca de R$ 149,3 milhões serão direcionados à prevenção e ao controle de incêndios em áreas federais consideradas prioritárias, com previsão de ampliar a proteção sobre mais de 148 mil quilômetros quadrados.
Ibama receberá R$ 194,4 milhões.
Foto: Vinícius Mendonça/Ibama
Outros R$ 45,1 milhões serão aplicados em operações de controle e fiscalização ambiental.
O dinheiro poderá custear a mobilização de equipes para regiões remotas, pagamento de brigadistas temporários, compra de equipamentos de proteção individual, suporte logístico e locação de aeronaves utilizadas no monitoramento, manejo e combate ao fogo.
O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) ficará com R$ 143,1 milhões.
Os recursos serão utilizados principalmente em unidades de conservação federais, com reforço das equipes, contratação de profissionais, aquisição de equipamentos, sistemas de monitoramento e estrutura para operações de fiscalização e combate a incêndios.
O crédito amplia a estrutura preparada para a temporada de queimadas de 2026.
45,1 milhões serão aplicados em operações de controle e fiscalização ambiental.
Foto: Foto: Paula Rafiza/Ascom/Ibama
O planejamento anunciado pelo Ibama prevê 246 brigadas federais, sendo 131 ligadas ao instituto e 115 ao ICMBio, com um total de 4.660 brigadistas distribuídos pelas regiões de maior risco.
A operação também conta com helicópteros, aviões, embarcações e veículos especializados.
A Casa Civil informou que a medida considera decisões do Supremo Tribunal Federal relacionadas ao fortalecimento das políticas de prevenção e enfrentamento aos incêndios florestais na Amazônia e no Pantanal.
A execução ficará sob responsabilidade dos dois órgãos ambientais, conforme as prioridades operacionais e as ocorrências registradas em campo.