Chocante revelação: menina de 3 anos denuncia avô por estupro em creche em Minas Gerais

Criança citou dores nas partes íntimas, antes de indicar o suposto abuso; ela passará por exames

Por Plox

15/07/2023 08h19 - Atualizado há 9 meses

Em Piumhi, região sul de Minas Gerais, um avô é apontado como possível autor de estupro contra sua neta de apenas 3 anos. A pequena garota, que indicou o possível crime para a sua monitora de creche na sexta-feira passada (14), será submetida a exames na Santa Casa de Misericórdia de Passos. Em resposta à situação, a Polícia Militar foi chamada.

 

Queixa de Dor e Possível Abuso

A menina relatou a ocorrência logo após queixar-se de dor em suas partes íntimas, o que levou a um choro inconsolável. Durante o banho, conduzido pela monitora da creche, ela comunicou o possível delito ao mencionar que seu avô havia "feito carinho" nela. O relatório policial menciona que nesse momento a menina fez gestos sugerindo a maneira como o suspeito teria tocado nela.

Visita ao Avô e Primeiras Observações Médicas

Na casa da mãe da menina, os policiais foram informados que mãe e filha haviam visitado o avô na noite de quinta-feira (13). Durante a conversa, a mãe revelou não ter percebido qualquer dor ou vermelhidão na região íntima da filha. De acordo com a equipe médica que fez uma primeira análise, a criança apresentava sinais de medo e estava pouco comunicativa, além de ter uma alteração na circulação sanguínea, conhecida como hiperemia.

Investigação e Procedimentos Futuros

Os detalhes fornecidos pela mãe da menina, incluindo nome e endereço do avô, permitirão que o caso seja investigado pela Polícia Civil. O exame de perícia necessário para comprovar o estupro ocorrerá na Santa Casa de Passos.

Lembrando a Lei

É relevante mencionar que, conforme o artigo 217-A do Código Penal Brasileiro, qualquer ato libidinoso praticado contra uma pessoa menor de 14 anos é considerado estupro de vulnerável no Brasil. Este enquadramento legal acontece independentemente da duração ou da superficialidade do ato, podendo a pena para o crime chegar a 15 anos de prisão.

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