STF: 2ª Turma decide hoje sobre possível liberação da prisão preventiva de Daniel Vorcaro
Em sessão virtual iniciada em 13/03/2026, colegiado avalia se referenda ou revisa decisão individual do ministro André Mendonça no caso ligado ao Banco Master
BRASÍLIA — Patrícia Lélis, figura conhecida no cenário político brasileiro, tornou-se alvo de acusações judiciais tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos. Recentemente, ela foi incluída na lista de foragidos do FBI por alegações de fraude eletrônica, transações monetárias ilegais e roubo de identidade.

Patrícia ganhou notoriedade em 2016 após acusar o deputado Marcos Feliciano de estupro, um caso que foi posteriormente arquivado por falta de provas. Iniciando sua carreira como uma jovem conservadora e antifeminista, ela teve uma trajetória política conturbada, mudando de orientação política ao longo dos anos.
Além do caso com Feliciano, Patrícia enfrentou outras acusações e processos judiciais. Ela foi indiciada por denunciação caluniosa e extorsão e teve suas alegações de abuso sexual e sequestro questionadas por inconsistências e falta de provas.
Com o passar dos anos, Lélis mudou seu posicionamento político, aproximando-se da esquerda e se filiando ao PT, de onde foi expulsa por conta de declarações consideradas transfóbicas. Sua atuação nas redes sociais tem sido marcada por controvérsias e declarações polêmicas.
Atualmente, Patrícia Lélis enfrenta sérias acusações nos Estados Unidos, com possíveis penas somando até 32 anos de prisão. Ela se pronunciou nas redes sociais, afirmando estar sob asilo político e negando as acusações. O caso segue em aberto, com a Justiça norte-americana e o FBI buscando informações sobre seu paradeiro.