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Julio Iglesias se pronunciou após ser acusado de assédio sexual por duas ex-funcionárias. O cantor negou qualquer irregularidade e afirmou que as denúncias são falsas, reagindo publicamente à repercussão do caso.
As denúncias contra Julio Iglesias partiram de duas ex-funcionárias e se referem a fatos que teriam acontecido em 2021.
Foto: Reprodução / Redes sociais.
As acusações vieram à tona após uma reportagem da Univision, em parceria com o portal espanhol elDiario.es, que detalhou supostos abusos ocorridos em 2021, período em que as mulheres teriam trabalhado em residências do artista.
De acordo com a denúncia, as ex-funcionárias relatam ter vivido em um ambiente marcado por controle, intimidação, pressão psicológica, insultos e situações de humilhação. Elas afirmam ainda que Julio Iglesias teria exigido relações sexuais e descreveram episódios de penetração, apalpamentos, tapas, além de outros abusos físicos e verbais.
As denúncias foram formalmente apresentadas às autoridades e, segundo o documento, os fatos narrados podem configurar tráfico de pessoas para fins de trabalho forçado e servidão. A queixa também aponta possíveis crimes contra a liberdade e a integridade sexual, como assédio e agressão sexual, além de lesão corporal e violações trabalhistas por condições consideradas abusivas.
Após a divulgação do caso e a ampla repercussão internacional, Julio Iglesias publicou um comunicado nas redes sociais nesta sexta-feira (16/1), no qual nega todas as acusações. Ele sustenta que nunca abusou, coagiu ou desrespeitou qualquer mulher e diz considerar o conteúdo das denúncias uma afronta grave à própria dignidade.
Nunca vivenciei tamanha maldade, mas ainda tenho forças para que as pessoas conheçam toda a verdade e para defender minha dignidade diante de uma afronta tão grave
Julio Iglesias
Além do cantor, a denúncia também envolve duas mulheres apontadas como responsáveis pela administração das casas de Julio Iglesias na República Dominicana e nas Bahamas.
Pronunciamento feito em suas redes sociais.
Foto: Reprodução / Redes sociais.
O documento ressalta que, por ter nacionalidade espanhola, o artista pode responder judicialmente na Espanha, mesmo que os fatos alegados tenham ocorrido fora do país. A representação foi encaminhada ao Ministério Público pela organização internacional Women’s Link Worldwide.
No pedido, os advogados solicitam proteção à identidade das denunciantes, destacando a situação socioeconômica vulnerável das mulheres e a posição de poder, influência e capacidade de intimidação atribuída ao cantor, elementos considerados centrais para a análise do caso pelas autoridades.