Macaulay Culkin lamenta morte de Catherine O'Hara de ‘Esqueceram de mim’
A canadense, referência da comédia, teve a morte noticiada nesta sexta-feira (30) após diagnóstico de uma doença não divulgada; Macaulay Culkin prestou homenagem nas redes
No cenário político brasileiro, movimentos estratégicos do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), indicam um avanço significativo contra o ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo avaliações internas do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, a recente decisão de Moraes de tornar públicos 27 depoimentos ligados a uma investigação sobre uma suposta tentativa de golpe de Estado sinaliza uma preparação para medidas rigorosas contra Bolsonaro, incluindo a possibilidade de prisão.

Integrantes do governo Lula interpretam o levantamento do sigilo desses depoimentos como um esforço de Moraes para mobilizar a opinião pública, antecipando-se a possíveis reações adversas à prisão de Bolsonaro. A divulgação, vista como um passo para "fechar o cerco" em torno do ex-presidente, visa gerar uma reação emocional na sociedade, facilitando a implementação de ações mais severas.

A decisão de Moraes, além de destacar pressões de Bolsonaro sobre figuras políticas para contestar resultados eleitorais, levantou questões entre os aliados do ex-presidente, especialmente pela menção limitada de seus familiares nos depoimentos. A medida tem sido interpretada por ministros próximos a Lula como uma manobra calculada de Moraes, conhecido por sua astúcia estratégica, alimentando especulações sobre os próximos passos no embate político e jurídico contra Bolsonaro.
No cenário político brasileiro, movimentos estratégicos do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), indicam um avanço significativo contra o ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo avaliações internas do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, a recente decisão de Moraes de tornar públicos 27 depoimentos ligados a uma investigação sobre uma suposta tentativa de golpe de Estado sinaliza uma preparação para medidas rigorosas contra Bolsonaro, para culminar na prisão de Jair Bolsonaro.
Integrantes do governo Lula interpretam o levantamento do sigilo desses depoimentos como um esforço de Moraes para mobilizar a opinião pública, antecipando-se a possíveis reações adversas à prisão de Bolsonaro. A divulgação, vista como um passo para "fechar o cerco" em torno do ex-presidente, visa gerar uma reação emocional na sociedade, facilitando a implementação de ações mais severas. Bolsonaro , recentemente, mobilizou uma multidão na avenida Paulista. Segundo integrantes do governo, determinar a prisão de Bolsonaro poderia desencadear uma reação muito forte, já que o ex-presidente é considerado “mito” para uma grande parte da população do país.
A decisão de Moraes visaria “preparar o caminho” para a prisão. Além de destacar pressões de Bolsonaro sobre figuras políticas para contestar resultados eleitorais, levantou questões entre os aliados do ex-presidente, especialmente pela menção limitada de seus familiares nos depoimentos. A medida tem sido interpretada por ministros próximos a Lula como uma manobra calculada de Moraes, conhecido por sua astúcia estratégica, alimentando especulações sobre os próximos passos no embate político e jurídico contra Bolsonaro.
Bolsonarista destacam que não ocorreu golpe
Enquanto as apurações buscam identificar se houve uma preparação para um golpe de Estado no Brasil, apoiadores do ex-presidente afirmam que mesmo se tenha ocorrido a vontade de dar um golpe, a intenção de cometer um crime não é crime.
Para eles, a legislação atual enfrenta um desafio crítico ao não especificar a conspiração ou preparação para um golpe de Estado como crime.
A interpretação da lei em tais casos varia significativamente, refletindo uma divisão entre especialistas jurídicos e leigos. Alguns argumentam que, na ausência de uma tentativa concreta de golpe, a fase preparatória não constitui crime sob a perspectiva estrita da lei. Essa visão sugere que, enquanto outras infrações (como organização criminosa, assédio e falsidade ideológica) podem ser identificadas, ações contra a democracia em si não são penalizadas.
Por outro lado, uma interpretação mais ampla propõe que o crime reside na tentativa do golpe, não em sua execução. Seguindo essa lógica, qualquer preparação para subverter o regime político seria considerada uma tentativa criminosa, já que um golpe de Estado bem-sucedido paradoxalmente deixaria de ser um crime no momento de sua realização.