STF: 2ª Turma decide hoje sobre possível liberação da prisão preventiva de Daniel Vorcaro
Em sessão virtual iniciada em 13/03/2026, colegiado avalia se referenda ou revisa decisão individual do ministro André Mendonça no caso ligado ao Banco Master
A Secretaria da Receita Federal informou nesta segunda-feira (16) que espera receber 44 milhões de declarações do Imposto de Renda 2026, ano-base 2025. O prazo de entrega começa em 23 de março e se estende até 29 de maio.
Quem não entregar a declaração dentro do prazo está sujeito a multa mínima de R$ 165,74, limitada a 20% do Imposto de Renda devido. No ano passado, 43,58 milhões de pessoas físicas enviaram o documento dentro do prazo legal; considerando também as declarações em atraso, o total chegou a 45,64 milhões.
O programa do IR deste ano será liberado em 20 de março, mas o envio só poderá ser feito a partir de 23 de março, dentro do período oficial estabelecido.
Quem envia a declaração mais cedo recebe a restituição primeiro. Por outro lado, se houver erros ou omissões na entrega, o contribuinte perde a posição e vai para o final da fila.
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Com a definição das datas, o contribuinte já pode se organizar para reunir informes de rendimentos, recibos e demais documentos necessários e evitar a entrega de última hora.
Quem envia a declaração mais cedo costuma receber a restituição primeiro, seguindo a ordem do calendário de pagamento. Se houver erros ou omissões e for necessário corrigir as informações, o contribuinte perde a posição na fila e vai para o fim do cronograma de restituições.
A Receita Federal leva em conta a data de entrega, mas também mantém uma fila de prioridades para alguns grupos específicos, que recebem antes mesmo que tenham enviado a declaração nos últimos dias do prazo.
Deve apresentar a declaração do Imposto de Renda 2026, referente ao ano-base 2025, quem se enquadra em pelo menos uma das situações abaixo:
Com o início do envio marcado para 23 de março e encerramento em 29 de maio, especialistas recomendam não deixar a declaração para a última hora, reduzindo o risco de erros, omissões e da multa por atraso, que pode chegar a 20% do imposto devido.
Ao longo do período, a Receita Federal também observará a ordem de entrega e os critérios de prioridade para montar o calendário de restituições, que costuma ser dividido em lotes mensais.