BYD Dolphin Mini chega ao Brasil com alto preço e expectativas frustradas

O subcompacto elétrico se destaca pelo design, mas decepciona em preço e equipamentos básicos

Por Plox

16/04/2024 10h11 - Atualizado há cerca de 2 meses

O BYD Dolphin Mini desembarcou no Brasil em 2024 com a expectativa de ser o veículo elétrico mais acessível. No entanto, ao revelar o preço de R$ 115.800, bem acima dos R$ 100 mil esperados, as expectativas dos consumidores foram frustradas.

Foto: Reprodução de vídeo

Design e espaço interno: O modelo é conhecido pelo seu design atraente e futurista, incluindo faróis e lanternas LED interligados por um filamento. Internamente, apesar de acomodar confortavelmente até quatro pessoas, o porta-malas de apenas 230 litros é menor do que o de alguns concorrentes, como o Renault Kwid E-Tech.

Tecnologia e conforto: A central multimídia de 10 polegadas com tela giratória é destacada, assim como os ajustes elétricos no banco do motorista. No entanto, a presença de plástico rígido e veludo azul escuro define o acabamento interno.

Desempenho e autonomia: Equipado com um motor elétrico de 75 cv, o Dolphin Mini oferece uma autonomia de 280 km, ideal para a cidade, mas limitada para viagens mais longas. O desempenho é comparável ao de carros com motor 1.0 flex, alcançando 100 km/h em 15 segundos.

Recarga e eficiência: A bateria pode ser recarregada em nove horas numa tomada doméstica ou em cinco horas com um wallbox. O carro também dispõe de um carregador rápido de corrente contínua que recupera 50% da carga em apenas 30 minutos.

Segurança e manutenção: O veículo oferece o básico em termos de segurança, com seis airbags e freios a disco nas quatro rodas. No entanto, a ausência de itens como limpador de vidro traseiro e estepe temporário são pontos negativos para um carro nesse valor.

Conforto e dirigibilidade: A suspensão do Dolphin Mini, mal calibrada, resulta em uma experiência de condução desconfortável em altas velocidades, especialmente na traseira do carro.

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