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Nessa terça-feira, 15 de agosto, o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) solicitou a prisão preventiva da médica colombiana, Eliana Maria Jimenez Diaz, apontada pela morte da paciente Adjane Marinho dos Santos. A paciente faleceu em decorrência de complicações após um procedimento de lipoaspiração em agosto de 2020.
A promotoria, representada pelo promotor de Justiça Sauvei Lai, argumenta que Eliana assumiu, conscientemente, o risco do resultado fatal, especialmente porque um óbito já havia ocorrido em circunstâncias semelhantes sob seu cuidado. A médica já havia sido denunciada em junho pelo falecimento de outra paciente.

Detalhes do Caso Adjane dos Santos Eliana Jimenez foi escolhida por Adjane dos Santos para a realização da lipoaspiração no dia 11 de agosto de 2020. Embora a paciente tenha apresentado sangramento e sintomas de anemia, ela recebeu alta no dia subsequente ao procedimento. Devido às intensas dores, Adjane foi encaminhada a um hospital na madrugada subsequente, onde foi identificada perfuração em partes do intestino e pancreatite aguda. O hospital confirmou à família que a causa da morte se deu por um erro médico.
Antecedentes da Médica e Outras Denúncias Além da morte de Adjane, a médica colombiana é acusada da morte da cozinheira Ingrid Ramos Ferreira, 41 anos, que faleceu horas após se submeter a uma abdominoplastia em junho deste ano. Mesmo sendo socorrida pelo Serviço de Assistência Médica de Urgência (Samu), Ingrid não resistiu, vindo a óbito antes de chegar a um hospital. Na ocasião, seu filho adolescente estava presente e contatou os demais familiares.
Embora a médica tenha prestado depoimento à polícia, foi liberada logo após ser ouvida. O caso de Eliana Jimenez é motivo de preocupação para o promotor Sauvei Lai, que considera perigoso mantê-la em liberdade devido ao risco apresentado por sua atuação profissional.
Recomendações da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica Em relação aos procedimentos estéticos, a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica orienta que tais intervenções, como abdominoplastias, sejam realizadas em ambiente hospitalar, ao invés de clínicas, devido à maior capacidade de lidar com complicações mais sérias.