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O pastor Silas Malafaia utilizou suas redes sociais nesta quinta-feira (15) para fazer uma "denúncia exclusiva" sobre o que ele classificou como "maldade e injustiça" do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O líder religioso criticou duramente as ações recentes do magistrado, especialmente em relação à filha do jornalista Oswaldo Eustáquio, uma adolescente de 16 anos.

Ação policial e críticas à justiça
Malafaia destacou que, na última quarta-feira (14), a Polícia Federal foi enviada à residência de Eustáquio para intimar sua filha, impondo várias medidas cautelares. Entre as restrições, estão o bloqueio de todas as contas nas redes sociais da jovem, a proibição de utilizar redes sociais de terceiros e a entrega de seu passaporte. O documento emitido por Moraes também prevê uma multa diária de R$ 50 mil por cada rede que a jovem utilizar, além da "imediata decretação da prisão preventiva" em caso de descumprimento das medidas.
Segundo o pastor, a operação contou com nove agentes federais, o que ele considerou um ato de intimidação. Ele ainda relatou que a garota foi submetida a uma revista íntima, o que a deixou extremamente nervosa, levando-a a se ferir ao bater a mão. De acordo com Malafaia, uma das delegadas presentes teria dito: “Olha, se você não entregar o passaporte, tua mãe vai ser presa, e você vai para uma questão de corretiva de menores”, sugerindo que a jovem também seria detida.
Comparações e questionamentos
Malafaia também fez questão de comparar o tratamento dado a Oswaldo Eustáquio com declarações feitas por políticos petistas em 2018, que, segundo ele, não resultaram em ações semelhantes por parte do STF. Ele relembrou um episódio em que o deputado Wadih Damous sugeriu o fechamento do Supremo e outra ocasião em que José Dirceu afirmou que "o Judiciário não pode ser considerado um Poder da República". Ambos, segundo o pastor, não enfrentaram qualquer intimação por parte do STF.
Por outro lado, Malafaia argumentou que Eustáquio, que foi preso por ordem de Moraes em 2022 sob a acusação de tentativa de golpe contra o Estado Democrático de Direito, teria feito muito menos do que os petistas mencionados. Durante a detenção, o jornalista sofreu um acidente que o deixou paralítico, fato que o pastor não deixou de mencionar em sua denúncia.
Acusações e defesa de Eustáquio
O pastor ainda acusou Moraes de uma conduta injusta e desproporcional, destacando que "Oswaldo Eustáquio fez menos do que Damous e do que José Dirceu" e que, mesmo assim, foi preso e sofreu as consequências que ainda perduram. Ele também enfatizou que as ações contra a filha de Eustáquio configuram uma perseguição não só ao jornalista, mas também à sua família.