Ginecologista é investigado por suspeita de crimes sexuais contra pacientes em Goiás

Polícia Civil apura denúncias envolvendo o médico Marcelo Arantes; cinco vítimas foram identificadas em Goiânia e Senador Canedo.

17/04/2026 às 18:40 por Redação Plox

O ginecologista e obstetra Marcelo Arantes é investigado pela Polícia Civil de Goiás sob suspeita de praticar crimes sexuais contra pacientes durante consultas médicas. Ele atua em Goiânia e Senador Canedo, no estado de Goiás.

Segundo a polícia, o médico virou alvo de investigação há cerca de 40 dias. Nesse período, foram identificadas cinco vítimas: uma em Senador Canedo e quatro em Goiânia.

Marcelo Arantes é ginecologista e obstreta e atua em Goiânia e Senador Canedo.

Marcelo Arantes é ginecologista e obstreta e atua em Goiânia e Senador Canedo.

Foto: • Divulgação | Polícia Civil de Goiás



Polícia aponta suspeitas em consultas e exames

As apurações indicam que o primeiro crime teria ocorrido há quase 10 anos, em 2017. De acordo com a polícia,

submetia as pacientes a diversos atos libidinosos, tanto durante consultas, quanto durante exames
.

Justiça nega prisão preventiva e impõe medidas cautelares

Durante as investigações, a polícia pediu à Justiça a prisão preventiva do suspeito, mas o Poder Judiciário negou o pedido. No lugar da prisão, foram decretadas medidas cautelares diversas. No inquérito policial, Marcelo Arantes responde pelo delito de estupro de vulnerável.

Perfil suspenso e registro médico bloqueado por ordem judicial

Marcelo Arantes acumulava mais de 16 mil seguidores em um perfil nas redes sociais. Na conta, o médico, que se apresenta como especialista em fertilização in vitro, afirmava que seu trabalho

ajuda casais a realizarem os seus sonhos
. O perfil está suspenso e fora do ar.

Em nota enviada à CNN Brasil, o Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (Cremego) informou que o registro do médico foi suspenso a partir de uma ordem judicial.

Defesa não respondeu até a publicação

A Itatiaia informou que entrou em contato com a defesa do ginecologista, mas, até a publicação da matéria original, não obteve retorno. O espaço segue aberto.

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