Macaulay Culkin lamenta morte de Catherine O'Hara de ‘Esqueceram de mim’
A canadense, referência da comédia, teve a morte noticiada nesta sexta-feira (30) após diagnóstico de uma doença não divulgada; Macaulay Culkin prestou homenagem nas redes
Nos últimos dias, a Petrobras tem passado por uma reestruturação significativa, marcada pela demissão do presidente Jean Paul Prates e de cerca de 30 funcionários em cargos de confiança. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu pela saída de Prates, o que desencadeou uma série de desligamentos rápidos e inéditos, que foram atribuídos internamente ao Ministério de Minas e Energia (MME).

A velocidade com que os desligamentos foram realizados chamou a atenção na Petrobras. Funcionários relataram que a intenção era remover todos os associados a Prates da estatal o mais rápido possível. Este movimento começou com o diretor financeiro, Sérgio Caetano Leite, e o gerente executivo de Relações Institucionais, João Paulo Madruga, e rapidamente se estendeu a outros membros da gerência e assessores diretos de Prates.
Apesar das especulações, o MME divulgou uma nota afirmando não ter influenciado nas demissões. Segundo o comunicado, o ministério não possui gerência sobre nomeações ou demissões dentro da Petrobras, sendo essas decisões exclusivas da governança da empresa.
Os primeiros desligamentos ocorreram na forma de destituições, conforme decisão do Conselho de Administração na reunião do dia 15 de maio. As demais demissões aconteceram por meio da não renovação de contratos, prática que não caracteriza uma ação direta da gestão interina, liderada por Clarice Coppetti, então diretora de assuntos corporativos.
Com a nomeação de Magda Chambriard como futura presidente da estatal, os contratos atrelados a Prates seriam naturalmente encerrados para dar lugar aos funcionários nomeados pela nova gestão. A transição, que em outras ocasiões poderia incluir a renovação dos contratos por até 30 dias para facilitar a troca de informações, desta vez ocorreu de forma mais abrupta.
A Petrobras anunciou que Chambriard assumirá a presidência imediatamente após ser eleita conselheira e nomeada pelo Conselho de Administração, sem a necessidade de uma assembleia de acionistas. A nova presidente deve iniciar sua gestão com a equipe totalmente renovada.
A mudança na presidência da Petrobras evidencia a relação conturbada entre Prates e o MME, especialmente com o presidente do Conselho de Administração, Pietro Mendes, também secretário de petróleo e gás do ministério. Segundo fontes internas, a relação entre Prates e Mendes era marcada por uma "guerra fria" de narrativas e articulações pela queda de Prates.