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Com certeza você, que mora no Vale do Aço, já deve ter ficado preso em algum engarrafamento no trânsito por conta do excesso de veículos que a cada ano aumenta nas cidades que compõe a região. Ipatinga, por exemplo, segundo os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) referente ao ano de 2022, possui 161.588 veículos registrados na cidade, com um aumento de 1.244 automóveis de 2021 para 2022.

A principal cidade do Vale do Aço ocupa a oitava posição no ranking de cidades com o maior número de veículos, incluindo carros, caminhões, motocicletas, entre outros. A lista é liderada por Belo Horizonte, capital de Minas Gerais, cujo estado ocupa a segunda posição nacional em número de veículos, ficando atrás somente de São Paulo.

Já em Coronel Fabriciano, a cidade mãe da região possui 52.838 veículos, seguida de Timóteo, com 48.834 e Santana do Paraíso, com 12.176. Elas ocupam as posições 39ª, 49ª e 173ª do ranking, respectivamente. Ao todo, o Vale do Aço tem registrados 275.436 veículos, segundo o IBGE.
Tal crescimento, registrado em todas as cidades, reflete na mobilidade urbana da região, que se vê caótica a cada ano. São muitos os problemas destacados pelos motoristas, desde ausência de pistas para trafegar e falta de sinalização a necessidade de vias auxiliares para desafogar regiões em horários de pico.

Contudo, o motorista também, em alguns casos, tem sua parcela de responsabilidade para tornar o trânsito um pouco melhor e mais fluído. Por várias vezes, conforme é divulgado pelo Plox, imprudências no trânsito provocam acidentes, o que contribui para gerar engarrafamentos, nem sempre ligados ao excesso de veículos.

Na pressa de chegar em casa, após um dia de trabalho, ou de chegar a um compromisso, o condutor, seja de um automóvel ou motocicleta, se arrisca nas ruas e acaba provocando acidentes. Em um levantamento realizado pela 12ª Departamento de Polícia Civil, somente em 2023, em Ipatinga, foram registrados 4,020 acidentes de trânsito, o que faz a cidade ocupar, também, a oitava posição no ranking de acidentes no estado, representando 2,44% das ocorrências em Minas Gerais.