STF: 2ª Turma decide hoje sobre possível liberação da prisão preventiva de Daniel Vorcaro
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Belo Horizonte (MG) confirmou o primeiro caso de raiva em 2026 após um morcego ser encontrado morto no bairro Diamante, na região do Barreiro. O animal testou positivo para a doença em análise laboratorial, segundo informou a prefeitura. Com a confirmação, equipes de zoonoses foram acionadas e iniciaram ações de bloqueio vacinal em cães e gatos num raio de 300 metros do local onde o morcego foi localizado, medida adotada para evitar a disseminação do vírus entre animais domésticos e reduzir o risco de exposição humana.
Imagem ilustrativa
Foto: Freepik
Após o recolhimento do morcego já sem vida no bairro Diamante e a confirmação do teste positivo para raiva, agentes passaram a percorrer o entorno para vacinar cães e gatos dentro da área definida para bloqueio. Paralelamente, moradores vêm sendo orientados sobre como evitar a presença de morcegos em residências e quais cuidados adotar em caso de contato com animais suspeitos.
As equipes de zoonoses também reforçam medidas de prevenção, como manter os animais de estimação vacinados, supervisionar cães e gatos em áreas externas e evitar o acesso destes a locais onde possam encontrar morcegos doentes ou mortos.
De acordo com a prefeitura, este é o primeiro registro de raiva em Belo Horizonte em 2026. Em 2024, foram confirmados 28 casos da doença em morcegos, enquanto em 2025 o número caiu para 21. Os dados mostram que o vírus continua em circulação na população de morcegos, o que justifica a manutenção de ações de vigilância, bloqueio vacinal e orientação contínua à população.
Além do trabalho emergencial no Barreiro, o município mantém estrutura permanente para monitorar a ocorrência de casos em animais, atender chamados de recolhimento de morcegos e realizar exames laboratoriais que confirmam ou descartam a presença do vírus da raiva.
A administração municipal reforça que, em situações de mordida, arranhão ou qualquer contato com animal suspeito, a recomendação é procurar imediatamente um serviço de saúde para avaliação e possível início do tratamento com vacina ou soro antirrábico.
No caso específico de morcegos, a orientação é evitar contato direto, não descartar o animal no lixo comum e impedir que cães e gatos se aproximem. A conduta indicada é proteger o local, acionar o serviço responsável pelo recolhimento e aguardar o atendimento, permitindo que o animal seja encaminhado para análise.
A vacina contra a raiva para cães e gatos é ofertada durante todo o ano na capital, em unidades como centros de controle de zoonoses e de esterilização animal. A prefeitura ressalta que manter a vacinação em dia é a forma mais eficaz de proteger os animais de estimação e, por consequência, as pessoas que convivem com eles.
Moradores do bairro Diamante e de outras áreas da região do Barreiro são orientados a facilitar o acesso dos agentes às residências durante as ações de bloqueio vacinal, apresentando o cartão de vacinação dos animais quando possível. A recomendação vale também para tutores de outras partes da cidade, que podem buscar os serviços de rotina para garantir a proteção contínua contra a raiva.