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A unidade Lagoinha Belvedere, em Belo Horizonte, passou a ser alvo de atenção após a escalada de reportagens e debates políticos que mencionam conexões entre pessoas ligadas à igreja e o caso Banco Master. Paralelamente, internautas relatam um possível “apagão” nas redes sociais da congregação, em um movimento que, até o momento, não teve explicação oficial detalhada quanto a motivo, data ou alcance — se seria desativação, arquivamento de conteúdo ou apenas mudança de perfis.
Fabiano Zettel durante culto na Igreja da Lagoinha, em Belo Horizonte
Foto: • Reprodução/ YouTube
Nos últimos dias, a Lagoinha Belvedere passou a ser citada em noticiários e discussões políticas sobre o caso Master. Ao mesmo tempo, ganhou força a percepção pública de que perfis ligados à unidade teriam sido retirados do ar ou esvaziados, alimentando leituras de possível gestão de crise na comunicação digital da igreja.
Na checagem da presença institucional, o site da Lagoinha Belvedere permanece no ar e informa que a página ainda está em construção, orientando o público a acompanhar a igreja pelo Instagram. A apuração, porém, não conseguiu confirmar diretamente, por acesso automatizado, o status atual do perfil na plataforma — que pode restringir esse tipo de consulta. Assim, a ideia de que a igreja teria “apagado redes sociais” segue em apuração.
No campo formal, dados de CNPJ consultados em base pública mostram que a entidade IGREJA BATISTA DA LAGOINHA BELVEDERE aparece com situação ATIVA e registra Fabiano Campos Zettel como presidente, com entrada em 19/09/2024. A mesma base exibe “última atualização/consulta” em 19/02/2026, às 21h.
Em reportagens recentes, notas atribuídas à Lagoinha e reproduzidas por veículos de imprensa indicam que Fabiano Zettel teria sido afastado de atividades ministeriais em novembro de 2025, após a divulgação de informações públicas relacionadas às investigações do caso Master. Segundo essas manifestações, a igreja sustenta que não haveria vínculo institucional com possíveis irregularidades investigadas.
Na esfera política, medidas avançam em comissões parlamentares, com registro de aprovação de quebras de sigilo relacionadas a pastor citado no contexto do caso. Também ganharam repercussão declarações do deputado Rogério Correia sobre supostas conexões entre o caso Master e a Lagoinha, em entrevista publicada por veículo de mídia digital.
Para fiéis e frequentadores em Belo Horizonte, o efeito mais imediato da possível redução de presença digital é a dificuldade de acesso a informações de rotina, como agenda de cultos, eventos, avisos e canais de contato. Esse impacto é potencializado pelo fato de o próprio site da unidade direcionar o público para o Instagram como principal meio de acompanhamento.
Do ponto de vista reputacional, a combinação entre a repercussão do caso Master, as citações a pessoas ligadas à unidade e o aparente recuo na exposição online tende a intensificar a cobrança por posicionamentos mais detalhados e por transparência na governança e na comunicação da igreja. A situação da Lagoinha Belvedere, formalmente ativa no CNPJ e envolvida indiretamente no noticiário sobre o caso, reforça a centralidade do tema nas discussões públicas recentes.
Entre as principais frentes ainda em andamento está a confirmação técnica, com evidências verificáveis, de quais perfis oficiais da Lagoinha Belvedere estavam ativos e quais teriam sido desativados ou alterados, bem como as respectivas datas, em plataformas como Instagram, Facebook, YouTube e X. Essas informações seguem em apuração.
Também permanece pendente a obtenção de posicionamentos formais da Lagoinha Belvedere e da estrutura maior da Lagoinha sobre o que motivou eventuais mudanças na presença digital — se desativação voluntária, incidentes de segurança, decisões das plataformas ou uma reestruturação da comunicação.
Além disso, seguem em observação os desdobramentos do caso Master nas esferas policial, judicial e parlamentar, incluindo novas quebras de sigilo e diligências reportadas pela imprensa, bem como possíveis mudanças no quadro formal da entidade ligada à unidade Belvedere, hoje listada como ativa em base pública.
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