Operação da PF contra tráfico de drogas e armas tem alvo em João Monlevade e atinge 14 estados

Ação mira organização criminosa suspeita de traficar haxixe, distribuir armas ilegais e lavar dinheiro; Justiça bloqueou cerca de 150 contas e determinou suspensão de 20 empresas

18/03/2026 às 09:49 por Redação Plox

Uma operação de grande porte da Polícia Federal mobilizou diversas regiões do país na manhã desta quarta-feira (18), com ações simultâneas contra o tráfico interestadual de drogas e a comercialização ilegal de armas de fogo. Entre os alvos está o município de João Monlevade, em Minas Gerais.

A investigação se estende por 14 estados, onde a organização criminosa atuava de forma estruturada, com destaque para sua presença em São Paulo, Paraná e Rio de Janeiro.

A investigação se estende por 14 estados, onde a organização criminosa atuava de forma estruturada, com destaque para sua presença em São Paulo, Paraná e Rio de Janeiro.

Foto: Divulgação/Polícia Militar


Na cidade mineira, foram cumpridos um mandado de prisão temporária e um mandado de busca e apreensão, em uma ofensiva que faz parte de um esforço nacional contra o crime organizado. A investigação se estende por 14 estados, onde a organização criminosa atuava de forma estruturada, com destaque para sua presença em São Paulo, Paraná e Rio de Janeiro.

A investigação se estende por 14 estados, onde a organização criminosa atuava de forma estruturada, com destaque para sua presença em São Paulo, Paraná e Rio de Janeiro.

A investigação se estende por 14 estados, onde a organização criminosa atuava de forma estruturada, com destaque para sua presença em São Paulo, Paraná e Rio de Janeiro.

Foto: Divulgação/Polícia Militar


Esquema envolvia drogas, armas e lavagem de dinheiro

De acordo com a Polícia Federal, o grupo é suspeito de atuar principalmente no tráfico de haxixe, além de manter um esquema sofisticado de distribuição de armas ilegais. As investigações apontam que a organização movimentava grandes quantias de dinheiro e possuía ramificações em várias regiões do país, evidenciando um alto grau de articulação criminosa.

Como parte das medidas judiciais, foram bloqueadas cerca de 150 contas bancárias, com valores que podem chegar a R$ 70 milhões. Também foram sequestrados bens e determinadas a suspensão das atividades de 20 empresas, suspeitas de integrar esquemas de lavagem de dinheiro ligados ao crime organizado. O bloqueio milionário e a paralisação de empresas miram o núcleo financeiro da quadrilha.

Primeira grande ação da Ficco de Campinas

A operação marca a primeira grande ação coordenada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco) de Campinas, unidade recém-criada para enfrentar organizações criminosas de grande porte. No total, cerca de 120 policiais federais e 250 policiais militares participaram da ofensiva em todo o país.

Ao todo, a Justiça autorizou o cumprimento de 35 mandados de busca e apreensão e 37 mandados de prisão temporária em diferentes estados, consolidando uma ação nacional contra a estrutura operacional e financeira da organização investigada.

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