Oscar Schmidt morre aos 68 anos em São Paulo
Ídolo do basquete brasileiro passou mal, foi internado às pressas e teve a morte confirmada nesta sexta-feira (17/4); causa não foi divulgada
Minutos após embarcar em um voo rumo a Angola, na terceira etapa de sua viagem apostólica à África, o papa Leão XIV afirmou neste sábado (18) que não tem interesse em discutir com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Segundo o pontífice, uma narrativa considerada por ele imprecisa ganhou força após declarações do presidente norte-americano no primeiro dia da viagem.
Papa Leão XIV afirmou neste sábado (18) que não tem interesse em discutir com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Foto: Reprodução / Estadão
Difundiu-se certa narrativa, não totalmente precisa, por causa da situação política criada quando, no primeiro dia da viagem, o presidente dos Estados Unidos fez algumas declarações sobre mim
papa Leão XIV
Leão XIV disse a jornalistas que o acompanham que, desde então, o que foi publicado teria sido, em grande parte, “comentário sobre comentário”, com tentativas de interpretar o que teria sido dito.
O papa ressaltou ainda que o discurso feito no Encontro de Oração pela Paz, no último dia 16, havia sido preparado duas semanas antes — portanto, antes das declarações de Trump sobre ele e sobre a mensagem de paz que vem promovendo.
De acordo com Leão XIV, apesar disso, o conteúdo acabou interpretado como uma tentativa de retomar um debate com o presidente dos Estados Unidos, algo que ele afirmou não ser de seu interesse.
Durante o voo, o pontífice fez um balanço positivo dos três dias de viagem a Camarões, país que, segundo ele, representa o “coração da África” sob diversos aspectos. Entre os pontos citados, mencionou a presença de cerca de 250 idiomas locais e uma grande variedade de etnias.
Leão XIV também pediu paz e diálogo entre as diversas religiões. Ao explicar o objetivo principal da visita ao continente, afirmou que vem à África sobretudo como pastor e como chefe da Igreja Católica, para estar presente, celebrar, encorajar e acompanhar os católicos africanos.
O papa defendeu ainda a necessidade de continuar promovendo o diálogo e a construção da paz, com ações voltadas à fraternidade, à compreensão e à aceitação entre pessoas de todas as religiões, citando iniciativas realizadas em outros lugares e durante o pontificado do papa Francisco.