Operação no RJ prende 6 suspeitos de golpe do “falso advogado” e apura prejuízo de R$ 550 mil a empresário do PR

Ação conjunta das polícias civis do Paraná e do Rio cumpriu mandados em Campos dos Goytacazes e na capital fluminense; dois investigados não foram localizados e são considerados foragidos.

18/06/2026 às 15:06 por Redação Plox

Uma operação conjunta das polícias civis do Paraná e do Rio de Janeiro prendeu, nesta quinta-feira (18), seis pessoas suspeitas de envolvimento em um esquema de estelionato que teria causado prejuízo estimado em R$ 550 mil a um empresário de Arapongas (PR). As ações ocorreram em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, e na capital fluminense. 


Operação conjunta das polícias civis do Paraná e do Rio de Janeiro prendeu, nesta quinta-feira (18), seis pessoas suspeitas de envolvimento em um esquema de estelionato que teria causado prejuízo estimado em R$ 550 mil a um empresário de Arapongas (PR).

Foto: Divulgação/Polícia Civil



As prisões fazem parte da Operação Cedro de Ouro, conduzida pela Polícia Civil do Paraná. Em Campos, os agentes cumpriram mandados em endereços nos bairros Pelinca, Guarus e Centro. Uma sexta prisão ocorreu no Rio de Janeiro. Dois investigados não foram localizados e, segundo a corporação, são considerados foragidos.

Mandados e apoio no cumprimento

Ao todo, a Justiça expediu sete mandados de busca e apreensão e oito mandados de prisão temporária. O trabalho contou com apoio de unidades da Polícia Civil do Rio de Janeiro, incluindo a 134ª DP (Centro de Campos), a Deam Campos e a Polícia Civil na região da Ilha do Governador, informou a investigação.

Como o golpe teria funcionado

De acordo com o delegado Ricardo Freitas, de Arapongas, a investigação começou em dezembro do ano passado, após a vítima relatar ter caído no golpe conhecido como “falso advogado”. Nesse tipo de crime, os suspeitos obtêm informações sobre processos judiciais e passam a fazer contato se apresentando como representantes legais, induzindo a vítima a realizar transferências bancárias.

A Polícia Civil afirma que as apurações seguem para identificar outros possíveis participantes e verificar se há novas vítimas. O caso continua sob investigação no Paraná e no Rio de Janeiro.

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