Deputados bolsonaristas iniciam 'Caminhada pela Justiça e Liberdade' rumo a Brasília

Gustavo Gayer, Nikolas Ferreira e André Fernandes marcham pela BR-040 em protesto contra decisões do Judiciário, prisões de 8 de janeiro e episódios envolvendo STF e governo Lula

19/01/2026 às 20:48 por Redação Plox

O deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) passou a integrar a Caminhada pela Justiça e Liberdade, ao lado dos também deputados Nikolas Ferreira (PL-MG) e André Fernandes (PL-CE), em mobilização que segue em direção a Brasília.

André Fernandes, Nikolas Ferreira e Gustavo Gayer

André Fernandes, Nikolas Ferreira e Gustavo Gayer

Foto: Reprodução Instagram


A marcha começou na segunda-feira (19), após Nikolas cumprir agenda em Paracatu, no interior de Minas Gerais. O retorno para casa foi transformado em um protesto pacífico.

Parlamentares criticam Judiciário e governo federal

Batizado de Caminhada pela Justiça e Liberdade, o ato, de acordo com os parlamentares, tem como alvo decisões do Judiciário, a situação dos presos pelos atos de 8 de janeiro e episódios envolvendo o Supremo Tribunal Federal e o governo do presidente Lula.

O percurso é feito pela BR-040 e totaliza cerca de 240 quilômetros. A previsão é que o grupo chegue à capital federal no próximo domingo, após sete dias de caminhada. A mobilização busca manter atenção sobre os desdobramentos do 8 de janeiro e o cenário político atual.

Nikolas relata “sentimento de impotência”

Nas redes sociais, Nikolas Ferreira explicou por que decidiu iniciar a caminhada logo após cumprir a agenda em Minas Gerais.

– Terminei uma agenda em Minas. Confesso para vocês, ia voltar para casa. Mas, durante muito tempo meu coração tem ficado inquieto diante das coisas que estão acontecendo. Escândalo atrás de escândalo. O brasileiro tem ficado em uma posição, quase uma manipulação psicológica, onde nada abala mais a gente – disse.

Em seguida, o deputado mencionou as prisões relacionadas aos atos de 8 de janeiro e outras investigações envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro, o governo federal e o STF, apontando um “sentimento de impotência” diante desse cenário.

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