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Ídolo do basquete brasileiro passou mal, foi internado às pressas e teve a morte confirmada nesta sexta-feira (17/4); causa não foi divulgada
Em Blackwood, no País de Gales, Stacey A’Hearne enfrenta um desafio diário além do convencional cuidado parental. Sua filha de três anos, Wynter, sofre de Picacismo, um distúrbio alimentar que a leva a comer itens não comestíveis, como partes de sofás, pedaços de parede, espuma e até cacos de vidro. Este caso, reportado pelo The Daily Mail, destaca as dificuldades enfrentadas por famílias lidando com distúrbios raros.

Desde bebê, Wynter apresentava um comportamento alimentar atípico, intensificado com o diagnóstico de autismo e a evolução para a condição de não-verbalidade. A condição tornou-se ainda mais desafiadora, levando a episódios em que a menina consumiu objetos potencialmente perigosos.
Stacey, aos 25 anos, não somente cuida de Wynter mas também de outra filha, mantendo vigilância constante para prevenir ingestões perigosas. Diante da inexistência de uma solução médica definitiva para o Picacismo, a mãe encontrou uma alternativa com a aquisição de um colar mastigável. Este acessório permite que Wynter satisfaça sua necessidade de mastigar sem riscos à saúde.
Entendendo o Picacismo
O Picacismo é caracterizado pela ingestão persistente de substâncias sem valor nutritivo. Embora seja mais comum entre indivíduos com distúrbios de aprendizado ou desenvolvimento, como o autismo, ou em pessoas que sofreram lesões cerebrais, o transtorno representa um desafio significativo, podendo levar a sérias complicações de saúde.